Bioética ambiental y racionalidad compleja
fundamentos epistemológicos de la deliberación interdisciplinaria e inclusiva
DOI:
https://doi.org/10.25247/P1982-999X.2026.v26n2.p113-133Palabras clave:
interdisciplinariedad, teoría de la complejidad, epistemología, deliberación ética, socioambientalResumen
Históricamente marcado por la fragmentación cartesiana y el paradigma de la simplificación, el pensamiento contemporáneo revela limitaciones ante los dilemas socioambientales. La teoría de la complejidad de Edgar Morin y la bioética expandida de Van Rensselaer Potter guían el objetivo de este artículo, que consiste en investigar la viabilidad de los Comités de Bioética Ambiental como espacios de deliberación interdisciplinaria, fundamentados en la epistemología de la complejidad. La metodología es cualitativa, de carácter teórico-reflexivo, basada en una revisión bibliográfica exploratoria. El enfoque analítico articula la epistemología de la complejidad, la bioética deliberativa y su adaptación institucional para abordar dilemas éticos socioambientales. Los resultados indican una brecha en la aplicación de la teoría de la complejidad y el medio ambiente como sujeto moral en los procesos deliberativos. Se concluye que los Comités de Bioética Ambiental constituyen una posibilidad para expandir la deliberación ética, superando el antropocentrismo al integrar a humanos y no humanos en la gobernanza de los desafíos socioambientales contemporáneos.
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