As quatro versões do Recife Sangrento
DOI:
https://doi.org/10.25247/hu.2025.v12n23.p132-148Palavras-chave:
Oscar Melo, Recife Sangrento , História CulturalResumo
O presente trabalho tem como objetivo analisar o conteúdo das quatro edições da obra Recife Sangrento (1937, 1938, 1956 e 1970), do repórter criminal Oscar Felix de Melo, buscando identificar e discutir o gênero que a referida obra integraria. Sobre isso, concretamente, partimos do entendimento de que o Recife Sangrento não pode ser definido como literatura de crime ou crônica policial, mas sim como um híbrido entre estes gêneros e o fait divers. Mas, independentemente disso, sua importância também reside no fato de ter contribuído para o reforçamento de determinados imaginários sociais sobre o Recife de finais do século XIX e primeiras décadas do XX.
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