Bioética e o Compromisso com o Ambiente Natural
DOI:
https://doi.org/10.25247/P1982-999X.2016.v1n3.p04-15Resumen
Questões ecológicas e éticas são recorrentes nos debates dos últimos tempos. Ambas refletem a crise civilizacional que enfrentamos nos dias de hoje. O aumento da consciência e preocupação às questões ambientais resultou em discussões políticas internacionais e acordos globais. No atual modelo econômico a natureza recebe o “título” de recurso natural, servindo apenas para alimentar o sistema e satisfazer a demanda, desconsiderando a sua resiliência, sua habilidade de regeneração e sua capacidade produtora de substância de valor econômico. O capitalismo se faz predominante, e com o advento da globalização a moeda, o capital, foi imbuído de ainda mais força no controle sobre a ordem social, regendo a vida das pessoas, aumentando a desigualdade social, originando, posteriormente, as lutas de classes, que persistem nos dias atuais. Ele peca ao desconsiderar os processos ambientais dentro do processo econômico e a globalização atenua o pensamento capitalista da concentração das riquezas e o desconhecimento da outridade. Nossa espécie evoluiu e se libertou das amarras impostas pelas condições ambientais, e involuiu ao passo que desenvolveu um pensamento de posse sobre a natureza e se excluindo dos processos naturais. Torna-se de grande valia, portanto, uma reflexão quanto à bioética e o meio ambiente, a forma como “pensamos a natureza”, a consciência da outridade, e o resultado do pensamento contemporâneo sobre estes fatores.
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