Acerca da relação entre Schiller e Fichte [Regarding to the relation between Schiller and Fichte]
DOI:
https://doi.org/10.25247/P1982-999X.2012.v1n2.p67-100Resumen
O texto tem por objetivo apresentar uma interpretação da problemática relação entre Schiller e Fichte. Toma como ponto de partida o reconhecimento da influência terminológica da filosofia de Fichte no pensamento de Schiller, visível em Cartas Estéticas. O autor constata que ainda há hegemonia da tese segundo a qual o texto fichteano Doutrina da Ciência influenciou decisivamente as Cartas Estéticas de Schiller, constituindo-se em Cânon de sua reta interpretação. Defende-se que a dedução schilleriana pressupõe que, além do mais alto ponto da abstração, ainda existem dois conceitos que impõem um limite: Pessoa e Estado. Esses conceitos supremos são irredutíveis a uma unidade e por isso o que pode ser estabelecido como tribunal de uma procura terá que ser o duplo ou o duo, na sua duplicidade original. A dualidade tem a regência do pensamento de Schiller; a ideia de humanidade é expressão da possibilidade de síntese entre opostos, mas, na manutenção da estrutura dual. O pensamento de Fichte move-se em direção contrária, impulsionado pelo ideal de unidade. Finalmente, o texto reivindica uma interpretação que faça jus aos dois pensadores; que deixe aparecer a diferença crítica da posição de Schiller em relação ao homem e o mundo na sua dualidade constitutiva, passível de fazer emergir o eu e a harmonia entre a sensibilidade e a razão.
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