{"id":173,"date":"2011-04-11T01:33:33","date_gmt":"2011-04-11T01:33:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/?page_id=173"},"modified":"2013-07-17T03:23:20","modified_gmt":"2013-07-17T06:23:20","slug":"espiritas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/?page_id=173","title":{"rendered":"Esp\u00edritas"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/66iG5em7JU8\" height=\"360\" width=\"480\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ESPIRITISMO<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Espiritismo surgiu na Fran\u00e7a, em 1857, com a publica\u00e7\u00e3o do Livro dos Esp\u00edritos (Le Livre des Esprites), organizado por Allan Kardec, pseud\u00f4nimo de Hyppolite Leon Denizard Rivail, um pedagogo e escritor.\u00a0O espiritismo tem origem nos fen\u00f4menos denominados de \u201cmesas girantes\u201d que consistiam em reuni\u00f5es de grupo de pessoas que se uniam em torno de uma mesa e esta parecia ganhar vida e se movimentava, executando ordens, como: \u201cv\u00e1 para direita\u201d, \u201cd\u00ea tr\u00eas voltas\u201d etc. Essa suposta manifesta\u00e7\u00e3o inteligente suscitou aos participantes aprimorar a comunica\u00e7\u00e3o, estabelecendo um c\u00f3digo atrav\u00e9s de batidas, onde, depois de inquirida, a \u201cmesa\u201d era orientada a responder, atrav\u00e9s de batidas, determinadas perguntas feitas pelos presentes. Cada batida representava uma letra do alfabeto, em uma esp\u00e9cie de c\u00f3digo Morse, formando frases e estabelecendo ideias.<\/p>\n<p>Foi atrav\u00e9s deste m\u00e9todo que Allan Kardec soube pelas pr\u00f3prias mesas, que por tr\u00e1s deste fen\u00f4meno estavam os esp\u00edritos, almas das pessoas que tinham morrido, mas que continuavam vivas no mundo espiritual. Com o desenvolvimento do m\u00e9todo, Kardec classificou os assuntos revelados pelos esp\u00edritos para formar uma doutrina de car\u00e1ter filos\u00f3fico, cient\u00edfico e religioso.\u00a0No seu aspecto filos\u00f3fico, o espiritismo d\u00e1 uma interpreta\u00e7\u00e3o da vida, respondendo quest\u00f5es como o problema do ser, do destino e da dor. Responde as perguntas inquietantes \u201cde onde eu vim\u201d, \u201co que fa\u00e7o no mundo\u201d, \u201cpara onde irei depois da morte\u201d.<\/p>\n<p>Como Ci\u00eancia, o espiritismo estuda, \u00e0 luz da raz\u00e3o e dentro de crit\u00e9rios cient\u00edficos, os fen\u00f4menos medi\u00fanicos, isto \u00e9, fen\u00f4menos provocados pelos esp\u00edritos e que n\u00e3o passam de fatos naturais. Para o espiritismo n\u00e3o existe o sobrenatural.\u00a0Como religi\u00e3o o espiritismo tem por objetivo a transforma\u00e7\u00e3o moral do homem, revivendo os ensinamentos de Jesus Cristo, na sua verdadeira express\u00e3o de simplicidade, pureza e amor. \u00c9 uma religi\u00e3o sem culto externo, sem sacerd\u00f3cio organizado, sem cerim\u00f4nias de qualquer natureza, sem intermedi\u00e1rios entre a criatura e o Criador, podendo ser considerada como uma religi\u00e3o c\u00f3smica tendo como o amor e a caridade como ideal maior. Para o espiritismo Jesus n\u00e3o \u00e9 Deus, mas o esp\u00edrito mais puro enviado por Deus como modelo e guia.<\/p>\n<p>Os princ\u00edpios b\u00e1sicos do espiritismo s\u00e3o:<\/p>\n<p>1)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A Exist\u00eancia de Deus: Para o espiritismo Deus \u00e9 a intelig\u00eancia suprema, causa prim\u00e1ria de todas as coisas. \u00c9 eterno, imut\u00e1vel, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom.<\/p>\n<p>2)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A imortalidade da alma ou esp\u00edrito: O esp\u00edrito \u00e9 o princ\u00edpio inteligente do Universo, criado por Deus, para evoluir e realizar-se individualmente pelos seus pr\u00f3prios esfor\u00e7os. A reencarna\u00e7\u00e3o: O esp\u00edrito nasce simples e ignorante e \u00e9 ele quem decide e cria o seu pr\u00f3prio destino. O homem \u00e9 dotado de livre arb\u00edtrio, ou seja, tem a capacidade de fazer escolhas boas ou m\u00e1s. Tem a capacidade de evoluir e se aperfei\u00e7oar para se tornar cada vez mais perfeito. Essa evolu\u00e7\u00e3o requer aprendizado, e o esp\u00edrito s\u00f3 pode alcan\u00e7\u00e1-la encarnando no mundo e reencarnando, quantas vezes necess\u00e1rias, para adquirir mais conhecimento, atrav\u00e9s das m\u00faltiplas experi\u00eancias de vida. O progresso adquirido pelo esp\u00edrito n\u00e3o \u00e9 somente intelectual, mas, sobretudo, o progresso moral. As diferen\u00e7as entre os indiv\u00edduos se explicam pelo maior ou menor grau de desenvolvimento moral e intelectual, porque tiveram mais experi\u00eancias reencarnat\u00f3rias ou aproveitaram bem as oportunidades do progresso.<\/p>\n<p>3)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A comunicabilidade dos esp\u00edritos: O homem \u00e9 um esp\u00edrito imortal que n\u00e3o desaparece com a morte org\u00e2nica. Continua sendo como era quando encarnado: bom ou mal, trabalhadores ou pregui\u00e7osos, cultos ou med\u00edocres, verdadeiros ou mentirosos. Eles est\u00e3o por toda parte. Atrav\u00e9s dos denominados m\u00e9diuns, o esp\u00edrito pode se comunicar conosco, se puder e se quiser. Existem diversas maneiras de comunica\u00e7\u00e3o: a psicografia (o m\u00e9dium escreve a mensagem do esp\u00edrito), a psicofonia (o esp\u00edrito fala atrav\u00e9s do m\u00e9dium) e mesmo atrav\u00e9s de equipamentos eletr\u00f4nicos, transcomunica\u00e7\u00e3o instrumental.<\/p>\n<p>4)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A pluralidade dos mundos habitados: Os diferentes mundos estelares e planet\u00e1rios constituem as in\u00fameras moradas aos Esp\u00edritos que neles se encarnam. As condi\u00e7\u00f5es desses mundos diferem quanto ao grau de adiantamento ou de inferioridades dos seus habitantes.<\/p>\n<p>5)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Para o espiritismo, a caridade \u00e9 preceito fundamental para que o esp\u00edrito atinja a perfei\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que todos os seres humanos s\u00e3o irm\u00e3os e devem se ajudar mutuamente.<\/p>\n<p>Para o espiritismo a f\u00e9 deve ser raciocinada, sem a racionalidade n\u00e3o passa de uma crendice ou mesmo de uma supersti\u00e7\u00e3o. Para Allan Kardec, \u201cF\u00e9 inabal\u00e1vel \u00e9 aquela que pode encarar a raz\u00e3o, face a face, em todas as \u00e9pocas da humanidade\u201d.\u00a0Para compreender o espiritismo em sua totalidade \u00e9 imprescind\u00edvel ler as obras de Allan Kardec, tais como: o Livro dos Esp\u00edritos, o Evangelho Segundo o Espiritismo, o Livro dos M\u00e9diuns, o C\u00e9u e o Inferno, a G\u00eanese e a Revista Esp\u00edrita.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Federa\u00e7\u00e3o Esp\u00edrita Pernambucana<\/strong> est\u00e1 situada \u00e0 Avenida Jo\u00e3o de Barros, 1629, Espinheiro, Recife (PE). CEP: 52.021-180. Fones: (81) 3241-2157 (PABX), 3427-6904 e 3426-3615<\/p>\n<p>site:\u00a0<a href=\"http:\/\/federacaoespiritape.org\/\">http:\/\/federacaoespiritape.org\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; ESPIRITISMO &nbsp; O Espiritismo surgiu na Fran\u00e7a, em 1857, com a publica\u00e7\u00e3o do Livro dos Esp\u00edritos (Le Livre des Esprites), organizado por Allan Kardec, pseud\u00f4nimo de Hyppolite Leon Denizard Rivail, um pedagogo e escritor.\u00a0O espiritismo tem origem nos fen\u00f4menos denominados de \u201cmesas girantes\u201d que consistiam em reuni\u00f5es de grupo de pessoas que se uniam&#8230; <\/p>\n<div class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/?page_id=173\">Leia mais<\/a><\/div>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":34,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-173","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/173","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=173"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/173\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":342,"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/173\/revisions\/342"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/34"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=173"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}