{"id":1579,"date":"2015-02-17T10:33:01","date_gmt":"2015-02-17T13:33:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/?page_id=1579"},"modified":"2018-01-15T21:50:50","modified_gmt":"2018-01-16T00:50:50","slug":"mulheres-nas-igrejas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/observatorio2\/?page_id=1579","title":{"rendered":"Mulheres nas Igrejas"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Qual o lugar das mulheres nas Igrejas?<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table class=\"tr-caption-container\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href=\"http:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/f\/f5\/M%C3%A3e_Olga_ministro_da_Cultura_Gilberto_Gil_m%C3%A3e_Stella.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignnone\" src=\"http:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/f\/f5\/M%C3%A3e_Olga_ministro_da_Cultura_Gilberto_Gil_m%C3%A3e_Stella.jpg\" alt=\"Ficheiro:M\u00e3e Olga ministro da Cultura Gilberto Gil m\u00e3e Stella.jpg\" width=\"320\" height=\"212\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tr-caption\" style=\"text-align: left;\"><a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ficheiro:M%C3%A3e_Olga_ministro_da_Cultura_Gilberto_Gil_m%C3%A3e_Stella.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">M\u00e3e Olga, Ministro Gil e M\u00e3e Stella, do Candombl\u00e9<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #ffffff;\">&#8230;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">8 de mar\u00e7o \u00e9 o <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Dia_Internacional_da_Mulher\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dia Internacional da Mulher<\/a>. A data tem a ver com a R\u00fassia, onde as mulheres foram o estopim da Revolu\u00e7\u00e3o de 1917. Em 8 de mar\u00e7o de 1917 (23 de fevereiro pelo calend\u00e1rio juliano), a greve das oper\u00e1rias da ind\u00fastria t\u00eaxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolu\u00e7\u00e3o Comunista. Leon Trotsky assim registrou o evento: \u201cEm 23 de fevereiro (8 de mar\u00e7o no calend\u00e1rio gregoriano) estavam planejadas a\u00e7\u00f5es revolucion\u00e1rias. Pela manh\u00e3, a despeito das diretivas, as oper\u00e1rias t\u00eaxteis deixaram o trabalho de v\u00e1rias f\u00e1bricas e enviaram delegadas para solicitarem sustenta\u00e7\u00e3o da greve. Todas sa\u00edram \u00e0s ruas e a greve foi de massas. Mas n\u00e3o imagin\u00e1vamos que este \u2018dia das mulheres\u2019 viria a inaugurar a revolu\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Quer dizer, foram as mulheres que iniciaram a maior revolu\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo 20. E o que elas queriam era \u201cP\u00e3o e Paz\u201d. Queriam os soldados de volta, porque eram seus filhos e maridos que morriam como bucha de canh\u00e3o nos fronts de batalha. Queriam uma vida digna, com igualdade nas diferen\u00e7as, como querem at\u00e9 hoje as mulheres, que relembram em cada 8 de mar\u00e7o a sua luta \u2013 que \u00e9 luta por reconhecimento de metade da humanidade, mas que inclusive \u00e9 a m\u00e3e da outra metade! Todavia, e as religi\u00f5es, como t\u00eam influenciado e\/ou se deixado influenciar por esse movimento de afirma\u00e7\u00e3o de direitos femininos? O que as igrejas t\u00eam a dizer pras mulheres e as mulheres para as igrejas?!<\/p>\n<p>\u201cA mudan\u00e7a no status social das mulheres que ocorreu em muitas culturas nos \u00faltimos 50 anos vem apresentando profundos desafios para todas as grandes religi\u00f5es. Essa mudan\u00e7a levou os luteranos e anglicanos, no cristianismo, e os reformados e conservadores, no juda\u00edsmo, a inclu\u00edrem mulheres no clero. Tamb\u00e9m provocou fortes declara\u00e7\u00f5es da Igreja Cat\u00f3lica e do juda\u00edsmo ortodoxo contra a igualdade feminina. Na hierarquia religiosa isl\u00e2mica, tampouco se aceita a ideia de mulheres obterem status igual, ainda que algumas tradi\u00e7\u00f5es permitam que elas conduzam as preces em congrega\u00e7\u00f5es exclusivamente femininas e tenha havido casos em que mulheres dirigiram congrega\u00e7\u00f5es mistas\u201d (O\u2019BRIEN, J. e PALMER, M. O atlas das religi\u00f5es. S\u00e3o Paulo: Publifolha, 2008, p. 72).<\/p>\n<p>Boa parte da dificuldade para associar as mulheres com o divino e n\u00e3o com o diab\u00f3lico, para valorizar as mulheres em nossos templos (onde sustentam muitos servi\u00e7os e catequeses, mas s\u00e3o alijadas de altares e p\u00falpitos), deriva da imagem de Deus das religi\u00f5es que se mundializaram ap\u00f3s a Era Axial. Com efeito, as religi\u00f5es mais antigas cultivavam a ideia do divino mais feminino, como for\u00e7a tel\u00farica e criadora, que envolve a todas as coisas na natureza. Outras religi\u00f5es, mais elaboradas, observando a ordem c\u00f3smica, foram induzidas a uma representa\u00e7\u00e3o do absoluto como sabedoria, poder de harmonia inscrito no \u00edntimo da realidade e\/ou poder libertador que guia a hist\u00f3ria de um povo. As grandes tradi\u00e7\u00f5es monote\u00edstas desenvolvidas pelo juda\u00edsmo enfatizam mais a imagem de Deus como personifica\u00e7\u00e3o desse poder sapiente, dotado de conhecimento e de vontade, que habita nos c\u00e9us mas tem na terra seus representantes. Por influ\u00eancia hist\u00f3rico-cultural do momento agr\u00edcola-sedent\u00e1rio-patriarcal a partir de onde tal representa\u00e7\u00e3o se originou, o g\u00eanero prevalecente de Deus como pessoa (e das pessoas que o representam) acabou sendo o masculino (paternal).<\/p>\n<p>Mas isso n\u00e3o impede, pelo contr\u00e1rio, exige, que busquemos integrar nessa vis\u00e3o tamb\u00e9m os aspectos real\u00e7ados pelos momentos precedentes: de Deus como poder (maternal) de cria\u00e7\u00e3o e fecunda\u00e7\u00e3o da vida (a Grande M\u00e3e, o Eterno Feminino), e de Deus como energia (impessoal) de equil\u00edbrio e dinamiza\u00e7\u00e3o espiritual no interior de tudo e de todos (como nalguns hindu\u00edsmos). \u00c9 sintom\u00e1tico que nas primeiras cosmogonias (Cf. CAMPBELL, J. As m\u00e1scaras de Deus. S\u00e3o Paulo: Palas, 2005) uma Deusa M\u00e3e cria sozinha o mundo, como a Gaia grega (tamb\u00e9m na mitologia dos orix\u00e1s, Nan\u00e3 se faz lama para a modelagem do homem). Depois, um casal ou um Deus Andr\u00f3gino reina unido, como no caso do Yin e Yang chin\u00eas (veja outros exemplos por <a href=\"http:\/\/www.paulinas.org.br\/dialogo\/?system=news&amp;id=4355&amp;action=read\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>). Finalmente, quem cria o mundo \u00e9 um Deus Pai sozinho, como nas mitologias meda, persa e judaico-crist\u00e3.<\/p>\n<p>Na verdade, a refer\u00eancia a Deus como pessoa e como Pai pode significar um reflexo da maior maturidade humana, que rompe com o anonimato do cl\u00e3 e tamb\u00e9m com a onipot\u00eancia narc\u00edsico-maternal, e se lan\u00e7a na aventura da liberdade atrav\u00e9s da considera\u00e7\u00e3o da Lei, do Pai (usando a nomenclatura da psican\u00e1lise para o conflito ed\u00edpico).\u00a0Mas isso na medida justamente em que a f\u00e9 em Deus como Pai n\u00e3o implicar sentimento de fixa\u00e7\u00e3o, castra\u00e7\u00e3o ou depend\u00eancia imobilizadora e sim uma rela\u00e7\u00e3o de supera\u00e7\u00e3o: o filho amadurece quando se descobre a um tempo desejado pelo pai e diferente dele, ent\u00e3o ele se faz pai para si mesmo, torna-se sujeito desejante de outrem, do seu pr\u00f3prio feminino. Precisamos passar pelo Pai, para formar uma identidade que se abra para o gozo maduro da natureza, do mundo e\/ou de algu\u00e9m como outro \u00fatero, outra M\u00e3e.<\/p>\n<p>Talvez se tomarmos mais consci\u00eancia da import\u00e2ncia e dignidade dos diferentes g\u00eaneros, masculino e feminino (a inven\u00e7\u00e3o da sexualidade se destinou, segundo os bi\u00f3logos, a resistir melhor \u00e0s varreduras impiedosas da sele\u00e7\u00e3o natural, \u00e9 uma divis\u00e3o que permite mais vida \u00e0 unidade do ser que nasce, uma alteridade que permite mais amor \u00e0 identidade do ser), conseguiremos ent\u00e3o, quem sabe, ser mais consequentes em nossos relacionamentos pessoais e\u00a0viv\u00eancias espirituais\u00a0de homens e mulheres, e ent\u00e3o teremos outras palavras (mais feministas), melhor vocabul\u00e1rio e gram\u00e1tica para nos dirigir a Deus \u2013 de quem somos, homem e mulher, em todas as suas variantes &#8220;queer&#8221; tamb\u00e9m, imagem e semelhan\u00e7a.<\/p>\n<p>Talvez, para essa conscientiza\u00e7\u00e3o, fosse bom perceber j\u00e1 como o feminino \u00e9 melhor tratado noutras tradi\u00e7\u00f5es religiosas. E a gente nem precisa ir longe, atr\u00e1s das bruxas p\u00f3s-modernas da Wicca! Se subirmos o Morro da Concei\u00e7\u00e3o, por exemplo, onde acontece a maior devo\u00e7\u00e3o religiosa do Recife, encontraremos no mesmo tabuleiro do vendedor de imagens, Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o e Iemanj\u00e1. A festa desta foi sincretizada com a daquela, para que os negros escravos (ou pobres, depois) pudessem fazer a sua religi\u00e3o. A pr\u00f3pria imagem dessa orix\u00e1 (personifica\u00e7\u00e3o das for\u00e7as da natureza, ligada \u00e0s \u00e1guas) que veio da cultura nag\u00f4-iorub\u00e1, da \u00c1frica para o nosso xang\u00f4, recebeu uma m\u00e3o de tinta branca e um manto azul, como se fosse a m\u00e3e de Jesus, santa da religi\u00e3o judaico-crist\u00e3. A despeito disso, Iemanj\u00e1 n\u00e3o precisa trazer as ins\u00edgnias de imaculada-M\u00e3e-virginal\u00a0(paradoxismo dos desejos\u00a0patriarcais?!), nem pisar na sabedoria-Serpente-pag\u00e3 para transmitir o Ax\u00e9, e o faz mostrando-se como mulher de formas exuberantes e sensuais.<\/p>\n<p>A raz\u00e3o do candombl\u00e9 valorizar tanto as ialorix\u00e1s nos terreiros e as curvas femininas de Iemanj\u00e1, talvez prenda-se ao fato de ser religi\u00e3o formulada ainda com arqu\u00e9tipos anteriores \u00e0 revolu\u00e7\u00e3o agr\u00edcola de quatro mil anos atr\u00e1s, at\u00e9 quando sobressa\u00eda-se a cultura matriarcal e matrilinear. Depois disso, observando os animais, os homens deixaram a concep\u00e7\u00e3o err\u00f4nea de que os filhos s\u00e3o gerados espontaneamente pelas mulheres (e por isso reconheciam-lhes mais poder e criavam analogias femininas para apontar a for\u00e7a divina criadora), e ca\u00edram no erro oposto de pensar que os filhos s\u00e3o gerados unicamente da sua semente-s\u00eamen, que as mulheres, feito a terra, fazem crescer (e por isso apropriaram-se das mulheres, virgens de prefer\u00eancia, para passar aos primog\u00eanitos, presumidamente seus, a heran\u00e7a da terra, agora cultivada e privatizada). Da\u00ed, precisamente, que as religi\u00f5es formuladas dentro desse novo quadro cultural patriarcal, ap\u00f3s essa Era Axial, t\u00eam exclusivamente homens como sacerdotes e privilegiam imagens masculinas para a divindade (a ideia do &#8220;ovo&#8221; humano com participa\u00e7\u00e3o feminina surgiu somente com a biologia, que tem duzentos anos!).<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que, quando da catequiza\u00e7\u00e3o das Am\u00e9ricas, inventou-se essa brincadeira at\u00e9 hoje muito usada, do quebra-panela, para se passar a seguinte teologia: \u201ctudo que despertar em n\u00f3s desejo, porque \u00e9 bonito feito essa panela, deve ser evitado e, de prefer\u00eancia, quebrado \u2013 com o bast\u00e3o das virtudes crist\u00e3s. Nessa medida \u00e9 que Deus derramar\u00e1 sobre o mundo as suas gra\u00e7as, como os brinquedos e doces que v\u00e3o cair da panela quebrada\u201d. Terr\u00edvel teologia essa, que identifica o que nos agrada, sem mais, com o que desagrada a Deus e, ainda pior, associa as formas arredondadas (o feminino) da panela, com o desejo diab\u00f3lico, e as formas alongadas do bast\u00e3o (o masculino) que quebra, com as virtudes religiosas. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa mesmo que, durante tanto tempo, a religi\u00e3o predominante entre n\u00f3s tenha sido um c\u00f3digo moral feito por homens \u2013 para as mulheres obedecerem! As\u00a0<a href=\"http:\/\/www.catolicasonline.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cat\u00f3licas pelo Direito de Decidir<\/a> n\u00e3o surgiram por nada&#8230;<\/p>\n<table class=\"tr-caption-container alignright\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/-l-9yOTuXpZg\/T1fJRkbJpgI\/AAAAAAAAFBk\/KK7Y3z7xOs4\/s1600\/cmi.JPG\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignnone\" src=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/-l-9yOTuXpZg\/T1fJRkbJpgI\/AAAAAAAAFBk\/KK7Y3z7xOs4\/s320\/cmi.JPG\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"212\" border=\"0\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tr-caption\" style=\"text-align: left;\">Celebra\u00e7\u00e3o crist\u00e3 no <a href=\"http:\/\/www.oikoumene.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Conselho Mundial de Igrejas<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: left;\">Quem sabe agora, e com um certo atraso, se consegu\u00edssemos dizer Deus, igualmente,\u00a0no feminino, pud\u00e9ssemos ter, por exemplo,\u00a0uma Igreja crist\u00e3 mais maternal, compreens\u00edvel e acolhedora, mais otimista e criativa acerca da espiritualiza\u00e7\u00e3o do mundo e da mat\u00e9ria \u2013 pelo amor. Se pud\u00e9ssemos chamar Deus tamb\u00e9m de M\u00e3e, talvez consegu\u00edssemos casais mais \u00edntegros e lares mais integrais, consegu\u00edssemos aceitar ter ministros e ministras tamb\u00e9m nas igrejas, que seriam assim mais cuidadoras e respeitosas com as nossas crian\u00e7as, nessas terras ditas crist\u00e3s. Outras religi\u00f5es est\u00e3o a\u00ed, a nos interpelar!<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #ffffff;\">&#8230;<\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">Gilbraz Arag\u00e3o.<\/div>\n<div style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #ffffff;\">&#8230;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: right;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: right;\">Saiba mais:<br \/>\n<a href=\"http:\/\/crunicap.blogspot.com\/2011\/12\/o-feminino-e-o-misterio.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Feminino e Mist\u00e9rio<\/a>,<br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.metodista.br\/revistas\/revistas-metodista\/index.php\/MA\/index\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Revista Mandr\u00e1gora<\/a>,<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0104-026X20050002&amp;lng=en&amp;nrm=iso\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Revista Estudos Feministas<\/a>,<br \/>\n<a href=\"http:\/\/youtu.be\/iK7dtLbIYfg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Religi\u00e3o e viol\u00eancia conta as mulheres<\/a>,<br \/>\n<a href=\"http:\/\/crunicap.blogspot.com.br\/2012\/10\/religiao-e-corpo-de-mulher.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Religi\u00e3o e corpo de mulher<\/a>,<br \/>\n<a href=\"http:\/\/crunicap.blogspot.com.br\/2010\/10\/celebracoes-da-morte.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">N\u00f3s que aqui estamos<\/a>,<\/div>\n<div style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/mulhereseig\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Evang\u00e9licas pela igualdade<\/a>,<\/div>\n<div style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/catolicasdireitodecidir\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cat\u00f3licas pelo direito de decidir<\/a>.<\/div>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Qual o lugar das mulheres nas Igrejas? &nbsp; M\u00e3e Olga, Ministro Gil e M\u00e3e Stella, do Candombl\u00e9 &#8230; 8 de mar\u00e7o \u00e9 o Dia Internacional da Mulher. 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