{"id":3379,"date":"2022-04-11T16:04:48","date_gmt":"2022-04-11T19:04:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www1.unicap.br\/jornalismo\/?p=3379"},"modified":"2022-04-11T16:08:03","modified_gmt":"2022-04-11T19:08:03","slug":"universidade-e-rede-de-jornalismo-independente-do-ne-lancam-pesquisa-inedita-e-aplicativo-curador-de-conteudo-para-cegos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/jornalismo\/universidade-e-rede-de-jornalismo-independente-do-ne-lancam-pesquisa-inedita-e-aplicativo-curador-de-conteudo-para-cegos\/","title":{"rendered":"Universidade e rede de jornalismo independente do NE lan\u00e7am pesquisa in\u00e9dita e aplicativo curador de conte\u00fado para cegos"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/973c4e7d-d3c7-4d23-95ef-b8cd2d9669da.jpg?resize=633%2C443&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3383\" width=\"633\" height=\"443\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><em>Projeto vencedor do desafio de inova\u00e7\u00e3o do Google revela estudo sobre (falta de) acessibilidade em sites jornal\u00edsticos e aplicativo de conte\u00fado de qualidade totalmente acess\u00edvel<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Como as pessoas cegas e com baixa vis\u00e3o consomem jornalismo? E como melhorar o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o de qualidade para um grupo que encontra s\u00e9rias dificuldades para navegar em sites que n\u00e3o atendem a crit\u00e9rios b\u00e1sicos de acessibilidade previstos em lei e em protocolos internacionais ? Destas quest\u00f5es nasceu o projeto <strong><em>&#8220;Acessibilidade jornal\u00edstica &#8211; um problema que ningu\u00e9m v\u00ea&#8221;<\/em><\/strong>, que mergulhou em uma ampla pesquisa para entender o consumo e a oferta de not\u00edcias por esta popula\u00e7\u00e3o estimada em 6,5 milh\u00f5es de pessoas no Brasil. Os resultados do estudo coordenado pela Marco Zero Conte\u00fado e pela Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco (Unicap) foram utilizados n\u00e3o apenas para qualificar o debate sobre inclus\u00e3o e diversidade no jornalismo, mas para criar o aplicativo <strong><u><a href=\"https:\/\/play.google.com\/store\/apps\/details?id=com.lume.app\">Lume<\/a><\/u><\/strong>, que oferece conte\u00fado acess\u00edvel e de qualidade produzido por nove organiza\u00e7\u00f5es de jornalismo independente do Nordeste. Os resultados da pesquisa e o app est\u00e3o sendo lan\u00e7ados nesta segunda-feira (11) como parte dos resultados de um projeto financiado pelo desafio de inova\u00e7\u00e3o do Google News Initiative (GNI), que premiou oito projetos brasileiros na sua edi\u00e7\u00e3o do ano passado.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto teve in\u00edcio em agosto de 2021 com a pesquisa que buscou entender como as pessoas cegas e de baixa vis\u00e3o se mant\u00eam informadas e como os sites jornal\u00edsticos nacionais tratam a acessibilidade em suas p\u00e1ginas. \u201cEm linhas gerais, os resultados indicam um n\u00edvel muito baixo de conhecimento e de iniciativas por parte dos jornalistas sobre o tema, apesar de saberem da import\u00e2ncia de a\u00e7\u00f5es que aumentem a inclus\u00e3o no consumo de jornalismo s\u00e9rio e de interesse p\u00fablico em um cen\u00e1rio ca\u00f3tico de desinforma\u00e7\u00e3o no qual o Brasil est\u00e1 mergulhado. Na outra ponta, h\u00e1 um grupo de pessoas que demonstra familiaridade com o universo digital mas t\u00eam dificuldades em encontrar informa\u00e7\u00e3o de qualidade dispon\u00edvel de forma mais acess\u00edvel\u201d, resume Carolina Monteiro, coordenadora geral do projeto, diretora da Escola de Comunica\u00e7\u00e3o da Unicap e jornalista da Marco Zero.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>Foram realizadas entrevistas em profundidade com 17 pessoas que apresentam diferentes n\u00edveis de cegueira ou baixa vis\u00e3o em v\u00e1rias regi\u00f5es do Brasil e responderam sobre como se sentem em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 inclus\u00e3o e \u00e0 representatividade nos conte\u00fados jornal\u00edsticos de sites e redes sociais, a rela\u00e7\u00e3o com as fake news e a desinforma\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m como lidam com este tipo de conte\u00fado. Em paralelo, um question\u00e1rio online foi respondido por 53 organiza\u00e7\u00f5es jornal\u00edsticas brasileiras para entender a rela\u00e7\u00e3o dessas reda\u00e7\u00f5es com os protocolos de acessibilidade e se esta forma de inclus\u00e3o era uma quest\u00e3o para os ve\u00edculos na hora de pensar, produzir e distribuir seus conte\u00fados.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com essa pesquisa, 71,7% dos jornalistas indicaram que t\u00eam pouco ou nenhum conhecimento sobre t\u00e9cnicas de acessibilidade para deficientes visuais e que este grupo n\u00e3o \u00e9 destinat\u00e1rio de pautas e reportagens em 90,6% dos conte\u00fados produzidos. Somente 37,7% dos jornalistas que responderam aos formul\u00e1rios j\u00e1 contribu\u00edram com reportagens adaptadas a pessoas cegas ou com baixa vis\u00e3o e quase a totalidade das organiza\u00e7\u00f5es (98,1%) n\u00e3o contam com pessoas com este tipo de defici\u00eancia em suas equipes.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda no \u00e2mbito da pesquisa, dois consultores cegos fizeram testes de acessibilidade nos sites das organiza\u00e7\u00f5es que comp\u00f5em o projeto &#8211; Marco Zero&nbsp; Conte\u00fado (www.marcozero.org), Olhos Jornalismo (https:\/\/olhosjornalismo.com.br\/), Ag\u00eancia Saiba Mais (https:\/\/www.saibamais.jor.br), Ag\u00eancia Diadorim (https:\/\/www.adiadorim.org\/), Newsletter Cajueira (cajueira.substack.com), Eco Nordeste (https:\/\/agenciaeconordeste.com.br\/), Ag\u00eancia Retruco (https:\/\/www.retruco.com.br\/), Revista Afirmativa (https:\/\/revistaafirmativa.com.br\/) e M\u00eddia Caet\u00e9 (<a href=\"https:\/\/midiacaete.com.br\/\">https:\/\/midiacaete.com.br\/<\/a>) e, tamb\u00e9m, nos 12 sites jornal\u00edsticos de maior audi\u00eancia no Brasil, de acordo com o Digital News Report 2021, da Reuters Institute. O objetivo foi medir a acessibilidade desses sites e criar um ranking a partir dos resultados.<\/p>\n\n\n\n<p>Para verificar os 21 endere\u00e7os, o publicit\u00e1rio Michel Platini e a consultora em acessibilidade Bruna Alves utilizaram uma lista com 13 pontos indicados pela Cartilha de acessibilidade na web da W3C, organiza\u00e7\u00e3o internacional de padr\u00f5es na internet. Os pontos foram divididos em n\u00edveis, do b\u00e1sico ao avan\u00e7ado. &#8220;Nenhum site sequer cumpriu com todos os crit\u00e9rios do n\u00edvel b\u00e1sico&#8221;, aponta Michel. &#8220;Percebo esse estudo como algo interessante para evidenciar a falta de acessibilidade de maneira cient\u00edfica e aprofundada. A gente j\u00e1 sabia do problema h\u00e1 muito tempo, mas a pesquisa mostra dados que nos ajudaram a elaborar um diagn\u00f3stico. E tamb\u00e9m acredito que \u00e9 um pontap\u00e9 inicial para uma mudan\u00e7a de paradigma, para as reda\u00e7\u00f5es perceberem que existe um p\u00fablico com defici\u00eancia visual. E \u00e9 necess\u00e1rio, na hora de pensar na edi\u00e7\u00e3o, pensar tamb\u00e9m em como alcan\u00e7ar esse p\u00fablico, seja com pautas, seja com descri\u00e7\u00e3o de imagens ou sites que rodem melhor leitor de tela&#8221;, analisa.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados de todo este trabalho de pesquisa foi aplicado na concep\u00e7\u00e3o do aplicativo <strong>Lume<\/strong>, que re\u00fane not\u00edcias das nove organiza\u00e7\u00f5es de m\u00eddia independente e nordestina que comp\u00f5em o projeto. &#8220;O Lume vai servir de exemplo de que \u00e9 poss\u00edvel ter os devidos requisitos de acessibilidade respeitados&#8221;, afirma Platini. Quando Bruna Alves acessou o aplicativo pela primeira vez, ficou emocionada. &#8220;N\u00e3o existe nada parecido com o Lume. Ler uma not\u00edcia nele tem uma qualidade e facilidade enormes. O aplicativo ficou r\u00e1pido, as imagens todas descritas, d\u00e1 para curtir e compartilhar. Est\u00e1 muito inclusivo. Penso que as pessoas cegas e idosas, que n\u00e3o conseguem mexer muito em smartphone , v\u00e3o poder usar e ler as reportagens tamb\u00e9m. \u00c9 muito importante ter essa inclus\u00e3o&#8221;, afirmou.<br><br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-bottom\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><video controls src=\"https:\/\/www1.unicap.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/WhatsApp-Video-2022-04-11-at-15.41.32-1.mp4\"><\/video><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-large-font-size\"><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Jornalismo de qualidade contra a desinforma\u00e7\u00e3o<br><br><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A ideia de pesquisar como \u00e9 a inclus\u00e3o de pessoas cegas e de baixa vis\u00e3o no consumo do jornalismo partiu da jornalista Mariana Clarissa, quando era aluna no Mestrado em Ind\u00fastrias Criativas da Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco (Unicap). &#8220;Entrei no curso com a ideia de criar um agregador de not\u00edcias. Queria fazer algo pensando em diversidade, mas focado em igualdade racial, porque sou negra. Mas quando me aprofundei vi que j\u00e1 havia v\u00e1rios ve\u00edculos pautando a discuss\u00e3o racial&#8221;, conta. Foi no trabalho, em uma secret\u00e1ria estadual que atende pessoas com defici\u00eancia, que ela encontrou o tema do projeto. &#8220;S\u00e3o pessoas que n\u00e3o t\u00eam tanto acesso \u00e0 informa\u00e7\u00f5es de qualidade e n\u00e3o tem ningu\u00e9m falando sobre isso&#8221;, lamenta.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>No mestrado, com orienta\u00e7\u00e3o dos professores Lu\u00edz Carlos Pinto e Anthony Lins, Mariana chegou a desenvolver um prot\u00f3tipo do que seria o Lume, mas foi o aporte do Google News Initiative que permitiu expandir a pesquisa e lan\u00e7ar o aplicativo no mundo. &#8220;Com esse edital do GNI, o projeto ganhou corpo, expertise e uma equipe muito forte e com muita bagagem para \u00b4dar sust\u00e2ncia\u00b4. Trabalhamos com uma rede de jornalistas e&nbsp; estamos trazendo diversidade para a comunica\u00e7\u00e3o e incentivando o jornalismo independente, que precisamos fortalecer. Quanto mais as ideias s\u00e3o compartilhadas, mais elas crescem r\u00e1pido e se consolidam&#8221;, acredita.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais de 6,5 milh\u00f5es de brasileiros e brasileiras s\u00e3o cegos ou t\u00eam baixa vis\u00e3o, de acordo com os dados do censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). A regi\u00e3o Nordeste concentra a maior porcentagem dessa popula\u00e7\u00e3o, com mais de 2,1 milh\u00f5es de pessoas com essas defici\u00eancias, o que corresponde a 4,1% da popula\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma parcela grande de nordestinos e nordestinas com pouco acesso a conte\u00fado jornal\u00edstico sem entraves.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>Para o professor e jornalista Luiz Carlos Pinto, que orientou Mariana Clarissa coordenou o n\u00facleo de pesquisa do projeto <strong>Acessibilidade jornal\u00edstica: um problema que ningu\u00e9m v\u00ea<\/strong>, as pessoas cegas e com baixa vis\u00e3o efetivamente n\u00e3o s\u00e3o atendidas por conte\u00fado jornal\u00edstico de qualidade. &#8220;Tanto os grandes, quanto os m\u00e9dios e pequenos ve\u00edculos falham em pol\u00edticas internas e na implementa\u00e7\u00e3o de mecanismos de acessibilidade. S\u00e3o 6,5 milh\u00f5es de pessoas que s\u00e3o deixadas \u00e0 margem. \u00c9 uma porta aberta para a desinforma\u00e7\u00e3o&#8221;, diz. Entre os principais problemas encontrados nos sites de jornalismo est\u00e3o fotos, links e \u00edcones sem descri\u00e7\u00e3o e pop-ups de propaganda e de alerta de cookies que atrapalham os aplicativos que leem telas. Na pesquisa, a maioria dos entrevistados usava o aplicativo nativo do sistema Android para conseguir usar o celular.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>Um ponto importante evidenciado pelo estudo \u00e9 como este grupo recebe facilmente not\u00edcias falsas. &#8220;O leitor nativo do Android funciona muito bem no WhatsApp, o que acaba sendo um dos aplicativos favoritos para a desinforma\u00e7\u00e3o. Essas not\u00edcias falsas chegam geralmente por pessoas pr\u00f3ximas, ent\u00e3o tem um processo de recomenda\u00e7\u00e3o e isso gera por exemplo, a ades\u00e3o a determinadas ideias e posicionamentos pol\u00edticos, com base em processos de desinforma\u00e7\u00e3o . Tentativas de golpes com informa\u00e7\u00f5es enganosas que chegam via whatsapp tamb\u00e9m s\u00e3o queixas frequentes entre a popula\u00e7\u00e3o cega e de baixa vis\u00e3o&#8221;, alerta Luiz. Para o pesquisador, o aplicativo Lume \u00e9 uma contribui\u00e7\u00e3o para um problema complexo. &#8220;H\u00e1 falta de pol\u00edticas internas nas empresas jornal\u00edsticas, falta de conhecimento t\u00e9cnico e de recursos para implementa\u00e7\u00e3o de tecnologia. O Lume n\u00e3o resolve o problema de inclus\u00e3o,&nbsp; que atinge outras pol\u00edticas tamb\u00e9m, como a falta de diversidade dentro das reda\u00e7\u00f5es, mas \u00e9 um passo a mais na acessibilidade&#8221;, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>A idealizadora Mariana Clarissa complementa que o aplicativo ajuda no combate \u00e0 desinforma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ao fortalecer um h\u00e1bito de leitura mais profundo. &#8220;As reportagens na curadoria do Lume s\u00e3o de ve\u00edculos que trazem conte\u00fados mais estruturados, com muitas fontes, com personagens que nem sempre s\u00e3o ouvidos no jornalismo tradicional. Acredito que a leitura dessas reportagens vai oferecer uma vis\u00e3o e um senso cr\u00edtico maiores, ampliando a consci\u00eancia pol\u00edtica e social&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Acessibilidade: mais trabalho, mas sem tantos custos<br><br><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um dos aspectos apontados na pesquisa para a n\u00e3o implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de acessibilidade nas reda\u00e7\u00f5es \u00e9 a falta de recursos financeiros para programas de treinamento de equipes que elaborem e desenvolvam conte\u00fados acess\u00edveis e a infraestrutura necess\u00e1ria. Para o coordenador de design e desenvolvimento do projeto, o professor da Unicap Anthony Lins, a acessibilidade \u00e9 uma quest\u00e3o que pode ser resolvida sem tantos custos em softwares. &#8220;O custo \u00e9 mais no tempo de trabalho que as informa\u00e7\u00f5es t\u00eam que ser descritas. E do interesse do grupo jornal\u00edstico em ter essa acessibilidade&#8221;, afirma.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>Anthony Lins foi respons\u00e1vel tamb\u00e9m pelo prot\u00f3tipo do aplicativo Lume, ainda no Mestrado. Por enquanto, o Lume est\u00e1 sendo alimentado com reportagens pela pr\u00f3pria equipe de desenvolvimento. Em breve, as equipes dos nove ve\u00edculos que fazem parte do programa ir\u00e3o receber treinamento para alimentar o aplicativo com not\u00edcias e reportagens, todos com acessibilidade para pessoas com defici\u00eancia visual.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto &#8220;<strong>Acessibilidade jornal\u00edstica &#8211; um problema que ningu\u00e9m v\u00ea<\/strong>&#8221; segue at\u00e9 agosto deste ano. At\u00e9 l\u00e1, ainda ser\u00e3o entregues um manual de boas pr\u00e1ticas de acessibilidade para ser usado pelas reda\u00e7\u00f5es jornal\u00edsticas e uma ferramenta online automatizada que vai analisar os n\u00edveis de acessibilidade dos sites. \u00c9 uma esp\u00e9cie de automa\u00e7\u00e3o do trabalho de confer\u00eancia do checklist com 13 pontos que Michel e Bruna realizaram na pesquisa. &#8220;Assim, as reda\u00e7\u00f5es poder\u00e3o entender como podem adaptar os seus sites a partir da an\u00e1lise da ferramenta. Vamos colocar graus de acessibilidade e indicar o que \u00e9 necess\u00e1rio para melhorar, para facilitar tamb\u00e9m a vida de quem faz a atualiza\u00e7\u00e3o das p\u00e1ginas&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Confira o resultado completo da pesquisa em PDF acess\u00edvel para pessoas cegas e com baixa vis\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1oW-nvDmNWm_57WLGmS-KnFmLeXZBwstR\/view?usp=sharing\">PDF<\/a><br><br><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/play.google.com\/store\/apps\/details?id=com.lume.app\">Baixe o aplicativo Lume na Play Store<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto vencedor do desafio de inova\u00e7\u00e3o do Google revela estudo sobre (falta de) acessibilidade em sites jornal\u00edsticos e aplicativo de conte\u00fado de qualidade totalmente acess\u00edvel Como as pessoas cegas e com baixa vis\u00e3o consomem jornalismo? 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