{"id":2800,"date":"2021-06-01T19:59:08","date_gmt":"2021-06-01T22:59:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www1.unicap.br\/jornalismo\/?p=2800"},"modified":"2021-06-01T20:22:05","modified_gmt":"2021-06-01T23:22:05","slug":"coluna-60-anos-do-jornalismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/jornalismo\/coluna-60-anos-do-jornalismo\/","title":{"rendered":"Alunos e professores revivem lembran\u00e7as dos 60 anos do curso de jornalismo da Unicap"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG-20210601-WA0031.jpg?resize=1024%2C1024&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-2801\" srcset=\"https:\/\/www1.unicap.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG-20210601-WA0031-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/www1.unicap.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG-20210601-WA0031-980x980.jpg 980w, https:\/\/www1.unicap.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/IMG-20210601-WA0031-480x480.jpg 480w\" sizes=\"auto, (min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><figcaption>Design: Amanda Rem\u00edgio<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Por: Maria Clara Monteiro<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2021, a Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco comemora 60 anos de exist\u00eancia do curso de jornalismo. Al\u00e9m de ser o primeiro curso do Norte e Nordeste, e um dos mais antigos no Brasil, foi bastante inovador no campo da pesquisa em comunica\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A professora e jornalista Dra. Aline Grego leciona no curso h\u00e1 33 anos, e testemunhou as principais mudan\u00e7as no jornalismo e dentro do pr\u00f3prio curso. <strong>\u201cQuando eu comecei a ensinar, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, ainda existiam m\u00e1quinas de escrever e os equipamentos de televis\u00e3o eram extremamente pesados. [&#8230;] Talvez a principal diferen\u00e7a \u00e9 que quem entrava em jornalismo, queria seguir o jornalismo impresso. E hoje, na verdade, muitos j\u00e1 entram pensando em ser seus pr\u00f3prios empreendedores, com blogs, sites e canais\u201d, <\/strong>declara.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Reconhecido dentro e fora do estado, ao longo de todo esse tempo, o curso de Jornalismo formou diversos profissionais. Dentre estes, T\u00e9rcio Amaral, que atualmente trabalha como assessor pol\u00edtico de imprensa. Diplomado desde 2011, tamb\u00e9m vivenciou transforma\u00e7\u00f5es importantes. <strong>\u201cQuando eu entrei [no] curso, ainda usava fita VHS nas mat\u00e9rias de telejornalismo. Lembro de ir comprar essas fitas no centro da cidade, nas lojas Americanas. Acompanhei, posteriormente, o uso de equipamentos de capta\u00e7\u00e3o digital e o fim do VHS, com o uso dos cart\u00f5es de mem\u00f3ria. Era uma sensa\u00e7\u00e3o que outras gera\u00e7\u00f5es n\u00e3o ter\u00e3o\u201d<\/strong>, revela o jornalista.<\/p>\n\n\n\n<p>Contar e conhecer hist\u00f3rias \u00e9 a base do jornalismo, e j\u00e1 na gradua\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel embarcar na vida de alguns personagens. <strong>\u201cO curso de jornalismo e o jornalismo em si me abriram muitas portas. Cheguei a entrevistar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o juiz espanhol Baltasar Garz\u00f3n (respons\u00e1vel pelo pedido de pris\u00e3o do presidente chileno Augusto Pinochet), a princesa Michael de Kent (prima da rainha Elizabeth II), o historiador ingl\u00eas Peter Burke, entre tantos outros. Pessoas que eu talvez nunca teria encontrado ou falado caso n\u00e3o tivesse o jornalismo no meio do caminho\u201d, <\/strong>ressalta T\u00e9rcio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Destaque nos projetos de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, a Unicap apoia o estudo da comunica\u00e7\u00e3o. Foi justamente esse incentivo que possibilitou o futuro acad\u00eamico de T\u00e9rcio.&nbsp; <strong>\u201cPor meio do Pibic, iniciei uma pesquisa sobre suplementos liter\u00e1rios que se encerra 13 anos depois. Depois de formado, fiz mestrado em Hist\u00f3ria com esse tema e o doutorado, tamb\u00e9m em Hist\u00f3ria, no qual estudo. Al\u00e9m disso, o suplemento foi editado pelo jornalista Mauro Mota, entre os anos de 1947 e 1959. O jornalismo foi importante para mim\u201d, <\/strong>completa Amaral. <strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RECORDA\u00c7\u00d5ES<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O jornalista Dr. Alexandre Figueir\u00f4a tamb\u00e9m \u00e9 professor do curso h\u00e1 quase 30 anos, e garante que suas mem\u00f3rias mais marcantes s\u00e3o o reencontro com ex-alunos. <strong>\u201cEu fico muito emocionado quando encontro um aluno e ele faz elogios, lembra da forma\u00e7\u00e3o que teve e agradece\u201d<\/strong>, revela.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O carinho dos alunos reflete o ensino recebido durante o per\u00edodo da gradua\u00e7\u00e3o. As aulas pr\u00e1ticas evidenciam experi\u00eancias que auxiliam no desenvolvimento acad\u00eamico e contribuem no futuro profissional do estudante. T\u00e9rcio destaca a relev\u00e2ncia destas aulas. <strong>\u201cAjudaram muito na quest\u00e3o de desinibi\u00e7\u00e3o. A gente ia perdendo um pouco a vergonha de entrevistar, falar com as pessoas\u201d<\/strong>, aponta.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de pouco valorizado no pa\u00eds, o professor exerce uma das profiss\u00f5es mais importantes. Aline afirma o carinho que possui pelos alunos. <strong>\u201cD\u00e1 muito orgulho em poder participar dessa forma\u00e7\u00e3o e ver que tanta gente boa foi, de fato, formada pela Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco\u201d, <\/strong>complementa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cSer professor da Unicap, para mim, \u00e9 uma honra. \u00c9 uma alegria. Eu aprendi e cresci muito. \u00c9 um ambiente que valoriza o profissional e incentiva os professores. H\u00e1 uma integra\u00e7\u00e3o muito grande. Eu sou muito grato\u201d, <\/strong>confessa o professor Alexandre.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CELEBRANDO OS 60 ANOS&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com o sentimento de revisitar o passado e, ao mesmo tempo, pensar sobre o futuro, Aline destaca a import\u00e2ncia de comemorar as seis d\u00e9cadas de ensino. <strong>\u201cDurante tantos anos no curso, vimos a Universidade sempre cheia, com muita alegria, conversa e troca de energia. Vale a pena registrar como \u00e9 fazer 60 anos em plena pandemia, em pleno isolamento social. \u00c9 uma rela\u00e7\u00e3o muito diferenciada\u201d, <\/strong>afirmou a professora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Figueir\u00f4a partilha do mesmo sentimento e acredita que as contribui\u00e7\u00f5es de todos esses anos refletiram em sementes frut\u00edferas. <strong>\u201cComemorar isso \u00e9 muito importante, no sentido de pensar daqui pra frente, nos pr\u00f3ximos 60 anos. Mesmo que a gente n\u00e3o esteja mais aqui, mas que esse curso continue com a for\u00e7a que tem e com essa pot\u00eancia. A gente resiste e continua com muita garra e com muita for\u00e7a. Ent\u00e3o, tem que festejar\u201d<\/strong>, reconhece o jornalista.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Maria Clara Monteiro Em 2021, a Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco comemora 60 anos de exist\u00eancia do curso de jornalismo. Al\u00e9m de ser o primeiro curso do Norte e Nordeste, e um dos mais antigos no Brasil, foi bastante inovador no campo da pesquisa em comunica\u00e7\u00e3o.&nbsp; A professora e jornalista Dra. 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