{"id":1429,"date":"2015-04-08T20:55:40","date_gmt":"2015-04-08T23:55:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unicap.br\/jornalismo\/?p=1429"},"modified":"2015-04-08T20:55:40","modified_gmt":"2015-04-08T23:55:40","slug":"a-imprensa-saiu-do-armario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/jornalismo\/a-imprensa-saiu-do-armario\/","title":{"rendered":"A imprensa saiu do arm\u00e1rio!"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/jornalismo\/migracao2\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/A-Imprensa-saiu-do-arm%C3%A1rio1.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-1431\" title=\"A Imprensa saiu do arm\u00e1rio\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/jornalismo\/migracao2\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/A-Imprensa-saiu-do-arm%C3%A1rio1.jpg?resize=614%2C227&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"614\" height=\"227\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/A-Imprensa-saiu-do-arm%C3%A1rio1.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/A-Imprensa-saiu-do-arm%C3%A1rio1.jpg?resize=300%2C111&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/A-Imprensa-saiu-do-arm%C3%A1rio1.jpg?resize=768%2C284&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/jornalismo\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/A-Imprensa-saiu-do-arm%C3%A1rio1.jpg?resize=480%2C178&amp;ssl=1 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 614px) 100vw, 614px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Para os alunos da Cat\u00f3lica, o dia do Jornalista foi de celebra\u00e7\u00e3o mas, sobretudo, de reflex\u00e3o. No centro do debate, a rela\u00e7\u00e3o entre m\u00eddia, representa\u00e7\u00e3o social e sexualidade<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em><strong><br \/>\nPor Bruna Bessa<\/strong><\/em><\/p>\n<p>No \u00faltimo dia 07, os estudantes do curso de Jornalismo participaram do bate-papo &#8220;A imprensa saiu do arm\u00e1rio?&#8221; com Julieta Jacob, jornalista, educadora sexual e mestranda em Direitos Humanos (UFPE), e Luiza Assis, jornalista, ex-aluna da casa e hoje mestranda em Sociologia (UFPE).<\/p>\n<p>Julieta, que tamb\u00e9m edita o blog <a href=\"http:\/\/erosdita.ne10.uol.com.br\/\">Erosdita<\/a>, tra\u00e7ou um perfil hist\u00f3rico do discurso jornal\u00edstico brasileiro sobre a tem\u00e1tica LGBT. J\u00e1 Luiza abordou a maneira como a m\u00eddia tem tratado esse assunto atualmente, a partir de dados do seu trabalho de conclus\u00e3o de curso em monografia, em que investigou 11 anos de cobertura da Parada Gay nos jornais locais.<\/p>\n<p>O aumento gradual do espa\u00e7o dedicado a tem\u00e1ticas LGBT na imprensa foi um dos principais aspectos destacados pelas duas convidadas.<\/p>\n<p>\u201cSer\u00e1 que hoje o jornal tem dado maior visibilidade \u00e0 Parada Gay por conta de uma abordagem sensacionalista ou realmente tem o objetivo de dar voz a esse tipo de assunto?\u201d, indagou a professora do curso de Jornalismo da Cat\u00f3lica Andrea Trigueiro, mediadora do debate.<\/p>\n<p>Como resposta, Luiza apontou que devido \u00e0 mudan\u00e7a do local da Parada para a Avenida Boa Viagem e ao aumento do n\u00famero de participantes, a cobertura de certos jornais tem sido, de fato, mais ampla. &#8220;Isso ocorre mais por conta do crit\u00e9rio de noticiabilidade relativo a quantidade de pessoas na Parada&#8221;. Entretanto, destacou, a abordagem, no geral, ainda \u00e9 bem conservadora e frequentemente homof\u00f3bica.<\/p>\n<p><strong>Tabu e preconceito<\/strong><br \/>\nApesar desse aumento gradual em termos de visibilidade, Julieta destacou que o tema ainda \u00e9 tabu nas reda\u00e7\u00f5es. &#8220;H\u00e1 editorias para v\u00e1rios temas. Por que n\u00e3o h\u00e1 uma para abordar especificamente sexualidade?&#8221;, questionou. A resist\u00eancia a falar abertamente sobre o assunto seria reflexo, segundo ela, do forte preconceito compartilhado na sociedade brasileira. Para ilustrar, Julieta exibiu reportagem feita por ela na Parada Gay de Toronto, no Canad\u00e1, e a do Recife.<\/p>\n<p>Tanto Julieta quanto Luiza destacaram, ainda, que as coberturas jornal\u00edsticas tendem a negligenciar o vi\u00e9s pol\u00edtico do tema e a reproduzir estere\u00f3tipos que refor\u00e7am preconceitos. &#8220;Jornalistas tamb\u00e9m s\u00e3o educadores. \u00c9 preciso que, desde agora, ainda na faculdade, voc\u00eas estudantes fiquem atentos a isso&#8221;, ressaltou Luiza.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para os alunos da Cat\u00f3lica, o dia do Jornalista foi de celebra\u00e7\u00e3o mas, sobretudo, de reflex\u00e3o. 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