{"id":26,"date":"2013-08-11T21:49:24","date_gmt":"2013-08-11T21:49:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www1.unicap.br\/comblin\/?p=26"},"modified":"2013-08-11T21:49:24","modified_gmt":"2013-08-11T21:49:24","slug":"pelos-muitos-caminhos-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/comblin\/pelos-muitos-caminhos-de-deus\/","title":{"rendered":"PELOS MUITOS CAMINHOS DE DEUS"},"content":{"rendered":"<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" style=\"border: 0px;\" alt=\"\" src=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/_2zwwlijd4zU\/S6TcWUyVcNI\/AAAAAAAACUg\/wTtXWzy3SFU\/s320\/AlongTheManyCover.jpg\" width=\"218\" height=\"320\" border=\"0\" \/><\/div>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">No mundo crist\u00e3o, at\u00e9 o Vaticano II, acreditava-se que Deus havia revelado em Jesus Cristo e at\u00e9 o \u00faltimo ap\u00f3stolo, pelo Esp\u00edrito, um dep\u00f3sito de informa\u00e7\u00f5es verdadeiras, consignadas na Sagrada Escritura, frente \u00e0s quais dever\u00edamos ter f\u00e9 \u2013 enquanto consentimento racional e ader\u00eancia sentimental -, tratando de adequar-nos moralmente a tais verdades. Inclusive, n\u00e3o foram poucos os mission\u00e1rios a encontrarem as \u201cpegadas de S\u00e3o Tom\u00e9\u201d nas \u201cterras de miss\u00e3o\u201d de h\u00e1 quinhentos anos: era como se explicava que a cultura e a religi\u00e3o dos outros pudessem ter algo de bom, fazendo-se refer\u00eancia ao ap\u00f3stolo que ningu\u00e9m sabe direito para onde foi&#8230;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">Depois do Vaticano II, deve-se conceber Revela\u00e7\u00e3o como uma verdadeira pedagogia divina: \u00e9 o Esp\u00edrito Santo que nos permite interpretar os \u201csinais dos tempos\u201d e, em certa altura do esperan\u00e7oso compromisso pr\u00e1tico para com a defesa da vida no mundo, acreditar que aquele grito que despertou a nossa pr\u00e1xis amorosa \u00e9 sagrado, ou seja, percebermos que dentro da nossa rela\u00e7\u00e3o amorosa fala-nos processualmente uma Palavra \u2013 Revela\u00e7\u00e3o \u2013 diferente, que causa diferen\u00e7a na vida. De forma que a Palavra de Deus n\u00e3o est\u00e1 presente s\u00f3 nos livros, nem apenas nos \u201clivros sagrados\u201d, nem somente na literatura crist\u00e3.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">Tomando o Conc\u00edlio, assim, como ponto de partida para uma nova hist\u00f3ria do cristianismo, existem te\u00f3logos que consideram o pr\u00f3prio Jesus n\u00e3o como express\u00e3o \u201cconstitutiva\u201d e sim \u201cnormativa\u201d da gra\u00e7a salv\u00edfica. Jacques Dupuis, Michael Amaladoss, Andr\u00e9s Torres Queiruga e Edward Schillebeeckx n\u00e3o insistem, por esta raz\u00e3o, nem na exclus\u00e3o das outras religi\u00f5es do projeto que os crist\u00e3os chamam de Governo de Deus, nem mesmo na inclus\u00e3o das outras religi\u00f5es, como etapas preparat\u00f3rias, no movimento crist\u00e3o. Para eles, em todas as religi\u00f5es acontecem aut\u00eanticas manifesta\u00e7\u00f5es de Deus, que os crist\u00e3os entendem terem sido levadas \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o no mist\u00e9rio de Jesus Cristo. Mas \u201co mist\u00e9rio de Cristo inclui todas as manifesta\u00e7\u00f5es de Deus na hist\u00f3ria, n\u00e3o apenas as realizadas em Jesus\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">Nessa perspectiva pluralista, o mission\u00e1rio e te\u00f3logo Jos\u00e9 Maria Vigil, que h\u00e1 anos tornou-se latino-americano de cora\u00e7\u00e3o (dirige a famosa\u00a0<a href=\"http:\/\/www.latinoamericana.org\/\"><span style=\"color: #ffffff;\">Agenda Latino-Americana<\/span><\/a>\u00a0e tamb\u00e9m a se\u00e7\u00e3o continental da\u00a0<a href=\"http:\/\/www.eatwot.org\/index.php?option=com_frontpage&amp;Itemid=1\"><span style=\"color: #ffffff;\">Associa\u00e7\u00e3o de Te\u00f3logos do Terceiro Mundo<\/span><\/a>), coordenou o conjunto de cinco livros, com o t\u00edtulo geral \u201c<a href=\"http:\/\/tiempoaxial.org\/PelosMuitosCaminhos\/\"><span style=\"color: #ffffff;\">Pelos muitos caminhos de Deus<\/span><\/a>\u201d, que escreveu com os colegas da ASETT. J\u00e1 conhec\u00edamos os quatro primeiros: Pelos muitos caminhos de Deus: desafios do pluralismo religioso \u00e0 teologia da liberta\u00e7\u00e3o (Goi\u00e1s: Rede, 2003; que voc\u00ea pode baixar gratuitamente\u00a0<a href=\"http:\/\/tiempoaxial.org\/textos\/ASETT-PelosMuitosCaminhos-I.pdf\"><span style=\"color: #ffffff;\">aqui<\/span><\/a>); Pluralismo e liberta\u00e7\u00e3o: por uma teologia latino-americana pluralista a partir da f\u00e9 crist\u00e3 (S\u00e3o Paulo: Loyola, 2005); Teologia latino-americana pluralista da liberta\u00e7\u00e3o (S\u00e3o Paulo: Paulinas, 2006) e Teologia pluralista libertadora intercontinental (S\u00e3o Paulo: Paulinas, 2008).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">A quinta obra, \u201cRumo a uma teologia planet\u00e1ria\u201d, acabou de sair em ingl\u00eas (a Paulinas est\u00e1 preparando a publica\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas) e esbo\u00e7a uma teologia multirreligiosa e pluralista da liberta\u00e7\u00e3o. &#8220;Caminhamos a passo r\u00e1pido \u2013 escrevem os autores \u2013 rumo a uma teologia aberta e livre&#8221;. Aonde esse caminho ir\u00e1 conduzir ainda n\u00e3o se sabe, mas \u00e9 poss\u00edvel pensar que levar\u00e1 ao nascimento de uma teologia nova, uma teologia p\u00f3s-religi\u00f5es que v\u00e1 al\u00e9m n\u00e3o de uma religi\u00e3o, mas das religi\u00f5es enquanto tais, enquanto &#8220;configura\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-hist\u00f3rica humana congruente com o per\u00edodo &#8216;agr\u00e1rio&#8217; da humanidade, per\u00edodo que j\u00e1 est\u00e1 perto do fim, progressivamente substitu\u00eddo pela &#8216;sociedade do conhecimento'&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">Uma teologia &#8220;sem dogmas, sem leis, sem verdades nem doutrinas&#8221;, &#8220;uma teologia laica, simplesmente humana&#8221;, &#8220;libertada do servi\u00e7o a uma &#8216;religi\u00e3o&#8217; enquanto institui\u00e7\u00e3o hierarquicamente sagrada com o seu sistema de cren\u00e7as e ritos e c\u00e2nones&#8221;, centrada na espiritualidade, comprometida com a &#8220;dif\u00edcil tarefa de humanizar a humanidade e de reconduzi-la \u00e0 sua casa, rumo \u00e0 placenta natural planet\u00e1ria da qual ela erroneamente se separou no tempo da revolu\u00e7\u00e3o agr\u00e1rio-urbana&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">Esse \u00faltimo volume, com efeito, resulta da consulta a um grupo de te\u00f3logos e te\u00f3logas de diferentes religi\u00f5es e de todas as partes do mundo, desenvolvida por meio das quatro comiss\u00f5es teol\u00f3gicas da ASETT (asi\u00e1tica, africana, latino-americana e a das minorias dos EUA), com base em algumas quest\u00f5es centrais: &#8220;Est\u00e1 prevista na evolu\u00e7\u00e3o da teologia um estado que v\u00e1 al\u00e9m da &#8216;teologia confessional pluralista&#8217;?&#8221;; &#8220;\u00c9 suficiente a chamada &#8216;teologia comparativa&#8217;, na qual um te\u00f3logo\/a, radicado\/a na sua pr\u00f3pria tradi\u00e7\u00e3o, desenvolve uma teologia do pluralismo em di\u00e1logo com as outras religi\u00f5es?&#8221;; &#8220;\u00c9 poss\u00edvel pensar uma teologia pluralista que se baseie sobre, e trabalhe com, categorias, fontes, princ\u00edpios, imagens e met\u00e1foras n\u00e3o s\u00f3 de uma religi\u00e3o, mas de v\u00e1rias?&#8221;; &#8220;\u00c9 poss\u00edvel uma teologia n\u00e3o monoconfessional, mas aberta e pluriconfessional, al\u00e9m de pluralista?&#8221;; &#8220;Que papel teriam nela a \u2018regra de ouro\u2019 (aquele valor moral fundamental, expresso em todos os tempos e em todas as culturas, que pede que \u2018n\u00e3o se fa\u00e7a aos outros o que n\u00e3o gostarias que fizessem a ti\u2019) e a op\u00e7\u00e3o pelos pobres?&#8221;; &#8220;Como deveria ser a teologia da qual o mundo precisa hoje para que as religi\u00f5es decidam, pela primeira vez na hist\u00f3ria, unirem-se para trabalhar pela salva\u00e7\u00e3o da Humanidade e da Natureza?&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">Quem respondeu a essas perguntas foram Michael Amaladoss (\u00cdndia), Marcelo Barros (Brasil), Agenor Brighenti (Brasil), Edmund Kee-Fook Chia (Mal\u00e1sia), Am\u00edn Egea (Espanha), Paul Knitter (EUA), David R. Loy (EUA), Laurenti Magesa (Tanz\u00e2nia), Jacob Neusner (EUA), Teresa Okure (Nig\u00e9ria), Irfan A.Omar (EUA), Raimon Panikkar (\u00cdndia-Espanha), Peter C. Phan (Vietn\u00e3-EUA), Aloysius Pieris (Sry Lanka), Ricardo Renshaw (Canad\u00e1), Jos\u00e9 Amando Robles (Costa Rica), K. L. Seshagiri Rao (EUA), Afonso Maria Lig\u00f3rio Soares (Brasil), Faustino Teixeira (Brasil) e Jos\u00e9 Mar\u00eda Vigil (Panam\u00e1). E as suas respostas, referentes a diversos \u00e2mbitos religiosos \u2013 al\u00e9m do cristianismo, a religi\u00e3o bah\u00e1&#8217;\u00ed (Egea), o budismo (Loy), o juda\u00edsmo (Neusner), o isl\u00e3 (Omar), o hindu\u00edsmo (Seshagiri) \u2013 s\u00e3o as mais variadas, em alguns pontos at\u00e9 contrastantes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">H\u00e1 quem defenda a posi\u00e7\u00e3o segundo a qual &#8220;cada teologia deve ser abrigada em uma confiss\u00e3o concreta&#8221;, de modo a n\u00e3o haver teologia sem confessionalidade expl\u00edcita. E tamb\u00e9m quem alerte sobre o risco de ambiguidade e de sincretismo. Assim, por exemplo, Brighenti defende que, &#8220;enquanto reflex\u00e3o da experi\u00eancia de f\u00e9, cada teologia \u00e9 um produto cultural, e cada teologia \u00e9 uma determinada vis\u00e3o de uma confessionalidade, express\u00e3o de uma forma de incultura\u00e7\u00e3o da f\u00e9 e, consequentemente, um discurso particular&#8221;. Amaladoss, que se considera um crist\u00e3o-hindu, nega a possibilidade de uma teologia inter-religiosa, porque, a seu ver, seria como tentar falar duas l\u00ednguas ao mesmo tempo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">Mas h\u00e1 tamb\u00e9m quem defenda, como Paul Knitter ou, a partir da vis\u00e3o espiritual da \u00c1frica ind\u00edgena, Laurenti Magesa, a possibilidade, validez, urg\u00eancia e a necessidade de uma teologia multif\u00e9 ou inter-religiosa, afirmando at\u00e9, como faz Teresa Okure, que quem coloca isso em d\u00favida deve demonstrar o contr\u00e1rio. E h\u00e1 quem v\u00e1 al\u00e9m, com propostas como a de Phan de uma &#8220;cristologia inter-religiosa&#8221;, ou como a de Pieris de uma &#8220;cristologia da liberta\u00e7\u00e3o das religi\u00f5es&#8221;. Quem quer entrar na discuss\u00e3o, que ali\u00e1s ser\u00e1 tema de um Simp\u00f3sio Internacional do nosso Mestrado em setembro, n\u00e3o pode perder essa cole\u00e7\u00e3o e, sobretudo, o \u00faltimo livro que est\u00e1 chegando&#8230;<\/span><\/p>\n<div align=\"right\"><span style=\"color: #ffffff;\">Gilbraz<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">Veja\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=30760\"><span style=\"color: #ffffff;\">aqui<\/span><\/a>\u00a0um trecho do artigo de Jos\u00e9 Maria Vigil no livro Rumo a uma teologia planet\u00e1ria.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">Antevendo essa linha teol\u00f3gica pluralista, leia\u00a0<a href=\"http:\/\/books.google.com.br\/books?id=XEJ1JKFoBY4C&amp;printsec=frontcover&amp;dq=wilfred+smith&amp;hl=pt-BR&amp;ei=o6OyS-ujE4O0lQfgnajPCA&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=1&amp;ved=0CCsQ6AEwAA#v=onepage&amp;q=&amp;f=false\"><span style=\"color: #ffffff;\">aqui<\/span><\/a>\u00a0um livro de Wilfred Smith: O sentido e o fim da religi\u00e3o; e\u00a0<a href=\"http:\/\/www.metodista.br\/ppc\/correlatio\/correlatio12\"><span style=\"color: #ffffff;\">aqui<\/span><\/a>\u00a0uma revista sobre Paul Tillich e a sua inspira\u00e7\u00e3o para\u00a0Uma teologia da hist\u00f3ria das religi\u00f5es.<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">Pegue\u00a0<a href=\"http:\/\/servicioskoinonia.org\/LibrosDigitales\/LDK\/LDK1port.pdf\"><span style=\"color: #ffffff;\">aqui<\/span><\/a>\u00a0um livro eletr\u00f4nico relacionado, sobre\u00a0O atual\u00a0debate da teologia do pluralismo, depois da \u00abDominus Iesus\u00bb:<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"color: #ffffff;\">Autores: Pedro CASALD\u00c1LIGA (pr\u00f3logo), Marcelo BARROS, Leonardo BOFF, Jos\u00e9 COMBLIN, Benedito FERRARO, Roberto Enrique GONZ\u00c1LEZ y Ernesto Hugo D\u00cdAS, Paul KNITTER, Roberlei PANASIEWICZ, Pablo RICHARD, Eduardo de la SERNA, Alfonso M.L. SOARES, Pablo SUESS, Faustino TEIXEIRA e Jos\u00e9 Maria VIGIL (coordenador).<\/span><\/h3>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No mundo crist\u00e3o, at\u00e9 o Vaticano II, acreditava-se que Deus havia revelado em Jesus Cristo e at\u00e9 o \u00faltimo ap\u00f3stolo, pelo Esp\u00edrito, um dep\u00f3sito de informa\u00e7\u00f5es verdadeiras, consignadas na Sagrada Escritura, frente \u00e0s quais dever\u00edamos ter f\u00e9 \u2013 enquanto consentimento racional e ader\u00eancia sentimental -, tratando de adequar-nos moralmente a tais verdades. 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