{"id":87743,"date":"2019-05-17T11:55:43","date_gmt":"2019-05-17T14:55:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unicap.br\/assecom1\/?p=87743"},"modified":"2019-05-17T11:55:43","modified_gmt":"2019-05-17T14:55:43","slug":"lancamento-do-livro-maes-encarceradas-e-filhos-abandonados-promove-reflexao-na-unicap","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/lancamento-do-livro-maes-encarceradas-e-filhos-abandonados-promove-reflexao-na-unicap\/","title":{"rendered":"Lan\u00e7amento do livro \u201cM\u00e3es encarceradas e filhos abandonados\u201d promove reflex\u00e3o na Unicap"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">O lan\u00e7amento do livro \u201cM\u00e3es encarceradas e filhos abandonados\u201d foi realizado na \u00faltima quarta-feira (15), no audit\u00f3rio G2 da Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco. O livro, escrito por seis autoras pernambucanas, idealizado pelas professoras do curso de Direito Karina Vasconcelos e Val\u00e9ria Maria Cavalcanti Lins, aborda a realidade prisional feminina e as estrat\u00e9gias de redu\u00e7\u00e3o do dano da separa\u00e7\u00e3o, com foco na Col\u00f4nia Penal Feminina do Bom Pastor.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_87745\" aria-describedby=\"caption-attachment-87745\" style=\"width: 225px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-attachment-id=\"87745\" data-permalink=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/lancamento-do-livro-maes-encarceradas-e-filhos-abandonados-promove-reflexao-na-unicap\/60357977_1131586170357239_2645522072754716672_n\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60357977_1131586170357239_2645522072754716672_n.jpg?fit=3024%2C4032&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"3024,4032\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"60357977_1131586170357239_2645522072754716672_n\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60357977_1131586170357239_2645522072754716672_n.jpg?fit=225%2C300&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60357977_1131586170357239_2645522072754716672_n.jpg?fit=640%2C853&amp;ssl=1\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-87745 size-medium\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60357977_1131586170357239_2645522072754716672_n.jpg?resize=225%2C300&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60357977_1131586170357239_2645522072754716672_n.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60357977_1131586170357239_2645522072754716672_n.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60357977_1131586170357239_2645522072754716672_n.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60357977_1131586170357239_2645522072754716672_n.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-87745\" class=\"wp-caption-text\">Professoras Val\u00e9ria Maria Cavalcanti e Karina Vasconcelos, idealizadoras do livro.<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O per\u00edodo de planejamento foi longo, cerca de dois anos e, de acordo com a professora de Direito Penal, Val\u00e9ria Lins, o objetivo principal da obra \u00e9 retratar, de fato, o que \u00e9 vivido pelas mulheres no pres\u00eddio. \u201cEsse livro busca, acima tudo, dar visibilidade a essas mulheres e o foco principal \u00e9 mostrar a dor do encarceramento feminino e um dos pontos mais nevr\u00e1lgicos, que \u00e9 o justamente os danos que ocorrem quando essa mulher \u00e9 m\u00e3e\u201d, afirma a professora. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Diante do objetivo principal, que \u00e9 a busca pela visibilidade das mulheres que s\u00e3o encarceradas, a idealizadora Karina Vasconcelos quis disseminar o debate para al\u00e9m da academia. \u201cA gente chamou o sistema prisional pra c\u00e1, as principais refer\u00eancias, a execu\u00e7\u00e3o penal e a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que a gente possa ampliar essa discuss\u00e3o e ter repercuss\u00f5es de ordem pr\u00e1tica\u201d, diz Karina. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O audit\u00f3rio estava repleto de estudantes, principalmente do curso de Direito, e por mais de duas horas tiveram falas grandiosas, das autoras e mulheres envolvidas com o tema, que provocaram reflex\u00e3o nas pessoas que estavam presentes. O tema \u00e9 delicado e extremamente complexo, mas a clareza dos discursos abordados no audit\u00f3rio facilitaram na compreens\u00e3o do assunto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Todas as falas foram extremamente importantes, mas a da professora Karina obteve um \u00eaxito e destaque maior. Ela abordou como \u00e9 desafiador, por\u00e9m, necess\u00e1rio, pensar fora da caixinha do conservadorismo do Direito, que s\u00f3 valoriza as leis, a jurisprud\u00eancia, doutrina e, excepcionalmente, alguma fonte. Ou seja, em outras palavras, pouco se pensa nos sujeitos e seus respectivos sofrimentos, o que deveria ser diferente. Afinal, o fundamento de todas as coisas s\u00e3o as pessoas e \u00e9 essencial saber lidar com os seus conflitos. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No entanto, o ponto alto da fala da professora e idealizadora do livro, foi quando ela concluiu, afirmando que, em nome da intranscend\u00eancia da pena, os filhos n\u00e3o podem ser abandonados por causa das m\u00e3es cometeram crimes, porque eles possuem um direito que est\u00e1 acima de qualquer autoridade do estado de punir, que \u00e9 o direito a ter a conviv\u00eancia familiar. Portanto, as m\u00e3es n\u00e3o devem ser encarceradas para que os filhos n\u00e3o sejam abandonados. \u201c Seja a m\u00e3e quem for, n\u00e3o nos cabe dizer se aquela m\u00e3e \u00e9 a mais ou menos adequada para criar, exceto se ela violar outros direitos constitucionais para sobreviv\u00eancia e garantia da integridade da crian\u00e7a; fora essa condi\u00e7\u00e3o, o filho tem direito a conviv\u00eancia com a m\u00e3e\u201d, finaliza Karina Vasconcelos, com muita firmeza, o seu discurso, que foi fundamental para o entendimento do intuito do livro. <\/span><\/p>\n<p><img data-attachment-id=\"87747\" data-permalink=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/lancamento-do-livro-maes-encarceradas-e-filhos-abandonados-promove-reflexao-na-unicap\/60823292_487044461834505_628353152764084224_n\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60823292_487044461834505_628353152764084224_n.jpg?fit=768%2C1024&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"768,1024\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"60823292_487044461834505_628353152764084224_n\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60823292_487044461834505_628353152764084224_n.jpg?fit=225%2C300&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60823292_487044461834505_628353152764084224_n.jpg?fit=640%2C853&amp;ssl=1\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-87747 aligncenter\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60823292_487044461834505_628353152764084224_n.jpg?resize=225%2C300&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60823292_487044461834505_628353152764084224_n.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/60823292_487044461834505_628353152764084224_n.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/p>\n<p>O lan\u00e7amento foi encerrado com uma sess\u00e3o de aut\u00f3grafos. O livro pode ser facilmente encontrado na livraria SBS, localizada no bloco A, no valor de R$ 79,90.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O lan\u00e7amento do livro \u201cM\u00e3es encarceradas e filhos abandonados\u201d foi realizado na \u00faltima quarta-feira (15), no audit\u00f3rio G2 da Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco. 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