{"id":8125,"date":"2010-08-25T21:35:15","date_gmt":"2010-08-26T00:35:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unicap.br\/assecom1\/?p=8125"},"modified":"2010-08-25T21:35:15","modified_gmt":"2010-08-26T00:35:15","slug":"plantas-medicinais-e-tema-de-minicurso-no-iii-simcbio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/plantas-medicinais-e-tema-de-minicurso-no-iii-simcbio\/","title":{"rendered":"Plantas medicinais \u00e9 tema de minicurso no III Simcbio"},"content":{"rendered":"<p>O III Simp\u00f3sio Nordestino de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas est\u00e1 promovendo minicurso sobre plantas medicinais,\u00a0\u00a0ministrado pela professora Maria do Carmo Caldas, coordenadora do Laborat\u00f3rio e do Museu de Arqueologia\u00a0da Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco.<\/p>\n<p><a rel=\"attachment wp-att-8139\" href=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/?attachment_id=8139\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-8139\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/DSCN7719.jpg?resize=300%2C225&#038;ssl=1\" alt=\"\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a>A professora iniciou sua aula no primeiro dia definindo o que era planta medicinal, com base no conceito da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS), que diz que \u00e9 &#8220;todo e qualquer vegetal que possui, em um ou mais \u00f3rg\u00e3os, subst\u00e2ncias que podem ser utilizadas com fins terap\u00eauticos ou que sejam precursores de f\u00e1rmacos semi-sint\u00e9ticos\u201d. Ela explicou, ainda,\u00a0o que era princ\u00edpio ativo e a diferen\u00e7a\u00a0entre produto natural e plantas medicinais.<\/p>\n<p>Conceituou tamb\u00e9m fitoterapia, homeopatia e alopatia, e deu exemplo de plantas medicinais relevantes para descoberta de f\u00e1rmacos, como a <em>Papaver somniferum (Papaveraceae), Ephedra sinica (Ephedraceae), Atropa belladona (Solanaceae), Digitalis purpurea (Plantaginaceae), Cephaelis ipecacuanha (Rubiaceae) e Salix alba (Salicaceae)<\/em>. Em seguida, a professora explicou um pouco sobre cada uma delas, falou dos avan\u00e7os nas pesquisas para a produ\u00e7\u00e3o de f\u00e1rmacos, das fases de um ensaio cl\u00ednico e do cultivo, colheita, secagem, armazenamento e manipula\u00e7\u00e3o dessas plantas.<\/p>\n<p>No segundo dia, Maria do Carmo iniciou falando da import\u00e2ncia da investiga\u00e7\u00e3o populares e das esp\u00e9cies mais usadas na medicina popular, como o alecrim, a alfavaca, babosa, aroeira, rom\u00e3, quebra pedra, hortel\u00e3 rasteira, ip\u00ea-roxo e lafepe, e tamb\u00e9m das mais utilizadas no Sert\u00e3o\u00a0e no\u00a0Agreste de Pernambuco, como o <em>Spondias tuberosa <\/em>Arruda, a <em>Cereus jamacaru <\/em>DC.,<strong><em> <\/em><\/strong><em>Syagrus coronata <\/em>(Mart.) Berc., <em>Syagrus oleracea <\/em>(Mart.) Berc., <em>Attalea oleifera <\/em>Bar. Rodr., <em>Caryocar brasiliense <\/em>Comb., entre outras.<\/p>\n<p>Finalizou explicando sobre efeitos t\u00f3xicos em plantas medicinais e os ensaios pr\u00e9-cl\u00ednicos em plantas de uso popular. Alertou sobre o uso indiscriminado dessas plantas. \u201cN\u00e3o h\u00e1 respeito aos limites de uso dos fitoter\u00e1picos, n\u00e3o se fornecem informa\u00e7\u00f5es sobre efeitos colaterais, e o consumo de plantas. Do modo como vem sendo feito, representa cada vez mais um risco para a sa\u00fade humana. Estudos multidisciplinares, associando fitoqu\u00edmicos e farmac\u00f3logos, tornam-se cada vez mais importantes para a defini\u00e7\u00e3o dos potenciais terap\u00eauticos e t\u00f3xicos de extratos vegetais\u201d, conclui.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O III Simp\u00f3sio Nordestino de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas est\u00e1 promovendo minicurso sobre plantas medicinais,\u00a0\u00a0ministrado pela professora Maria do Carmo Caldas, coordenadora do Laborat\u00f3rio e do Museu de Arqueologia\u00a0da Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco. 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