{"id":76239,"date":"2018-02-06T10:53:57","date_gmt":"2018-02-06T13:53:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unicap.br\/assecom1\/?p=76239"},"modified":"2018-02-06T10:53:57","modified_gmt":"2018-02-06T13:53:57","slug":"lei-maria-da-penha-brasileiras-evitam-procurar-a-justica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/lei-maria-da-penha-brasileiras-evitam-procurar-a-justica\/","title":{"rendered":"Lei Maria da Penha: brasileiras evitam procurar a Justi\u00e7a"},"content":{"rendered":"<blockquote><p>JOTA teve acesso a pesquisa encomendada pelo CNJ mostrando que as mulheres relutam em denunciar agressores<\/p><\/blockquote>\n<p>Por Alexandre Leoratti &#8211; <a href=\"https:\/\/www.jota.info\/justica\/lei-maria-da-penha-brasileiras-evitam-procurar-justica-05022018\">Portal Jota<\/a>, em 05\/02\/2018<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Lei-Maria-da-Penha-Portal-JOTA.jpg?ssl=1\"><img data-attachment-id=\"76240\" data-permalink=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/lei-maria-da-penha-brasileiras-evitam-procurar-a-justica\/lei-maria-da-penha-portal-jota\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Lei-Maria-da-Penha-Portal-JOTA.jpg?fit=768%2C512&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"768,512\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Lei-Maria-da-Penha-Portal-JOTA\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Lei-Maria-da-Penha-Portal-JOTA.jpg?fit=300%2C200&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Lei-Maria-da-Penha-Portal-JOTA.jpg?fit=640%2C427&amp;ssl=1\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-76240 size-full\" title=\"Foto da mat\u00e9ria - https:\/\/www.jota.info\/justica\/lei-maria-da-penha-brasileiras-evitam-procurar-justica-05022018\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Lei-Maria-da-Penha-Portal-JOTA.jpg?resize=640%2C427&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Lei-Maria-da-Penha-Portal-JOTA.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Lei-Maria-da-Penha-Portal-JOTA.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<p>Lei Maria da Penha, de agosto de 2006, apesar de aumentar a puni\u00e7\u00e3o para casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar contra a mulher, ainda n\u00e3o conseguiu atender todas as demandas por parte das brasileiras v\u00edtimas de maus tratos, assim como as individualidades de cada conflito.\u00a0<a href=\"http:\/\/www.cnj.jus.br\/files\/conteudo\/arquivo\/2017\/10\/bef2e984e2089f370b4aa37ed6a1606f.pdf\">Pesquisa encomendada pelo Conselho Nacional de Justi\u00e7a<\/a>\u00a0(CNJ) mostra que muitas das mulheres agredidas t\u00eam v\u00ednculos afetivos com os agressores, o que impede a aplica\u00e7\u00e3o da lei nos mais diversos casos de viol\u00eancia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a pesquisa indica que h\u00e1 dificuldades do Judici\u00e1rio em dialogar com as partes envolvidas em conflitos, principalmente devido \u00e0 linguagem e \u201cjarg\u00f5es\u201d jur\u00eddicos, causando falta de entendimento sobre os acontecimentos durante as audi\u00eancias realizadas no f\u00f3rum.<\/p>\n<p>\u201cA maioria das mulheres envolvidas em algum conflito ainda possui rela\u00e7\u00e3o de afeto pelo ente agressor, al\u00e9m de possuir filhos e rela\u00e7\u00f5es familiares com ele, por isso , muitas vezes, as mulheres evitam buscar a Justi\u00e7a\u201d, disse a professora de Direito da Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco e uma das coordenadoras da pesquisa, Marilia Montenegro.<\/p>\n<p>Intitulada de \u201cEntre Pr\u00e1ticas Retributivas e Restaurativas: a Lei Maria da Penha e os avan\u00e7os e desafios do Poder Judici\u00e1rio\u201d, a pesquisa foi realizada pela Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco a pedido do CNJ. O levantamento\u00a0analisou Juizados e Varas de viol\u00eancia dom\u00e9stica nas cidades de Recife (PE), Macei\u00f3 (AL), Bel\u00e9m (PA), Bras\u00edlia (DF), S\u00e3o Paulo (SP) e Porto Alegre (RS).<\/p>\n<p>De acordo Marilia Montenegro, parte dos problemas que a lei Maria da Penha enfrenta no Judici\u00e1rio acontece devido ao sistema penal brasileiro que, segundo a coordenadora, ainda possui caracter\u00edsticas punitivistas e de perspectiva de pris\u00e3o \u2013 o que desanima muitas mulheres a denunciarem os companheiros, uma vez que elas temem a aplica\u00e7\u00e3o de penas muito r\u00edgidas.<\/p>\n<p><b>Delegacias<\/b><\/p>\n<p>Outro aspecto que atrapalha novas den\u00fancias \u00e9 o fato de a mulher precisar ir \u00e0 delegacia para iniciar o processo. Muitas precisam levar os filhos para registrar queixa e t\u00eam medo de sofrer press\u00f5es familiares, da comunidade e at\u00e9 mesmo da igreja que frequentam ap\u00f3s formalizarem uma den\u00fancia contra o marido, por exemplo.<\/p>\n<p>Segundo Montenegro, a solu\u00e7\u00e3o penal para conflitos n\u00e3o pode ser a resposta para todos os problemas. \u201cDenunciar um familiar j\u00e1 \u00e9 um primeiro rompimento para a mulher e, com isso, ela come\u00e7a a ser muito questionada\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>\u201cOutro aspecto \u00e9 a lentid\u00e3o do processo. Entre a mulher chega \u00e0 delegacia e o processo chegar ao Judici\u00e1rio, pode demorar muito tempo. Muitas vezes, o problema j\u00e1 foi resolvido e, quando chega o processo, tempos depois, ela precisa rever todo o conflito novamente\u201d, disse a coordenadora.<\/p>\n<p><b>Classe Social<\/b><\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m fez um raio-x das classes sociais das mulheres que procuram as Varas e Juizados de viol\u00eancia dom\u00e9stica. Em Recife, a maior parte das mulheres possui ensino de primeiro grau completo (28,5%). Somente 6,9% t\u00eam ensino superior completo.<\/p>\n<p>As profiss\u00f5es mais recorrentes das mulheres nos juizados s\u00e3o Diarista, Cabeleireira, Comerciante, Estudante, Cozinheira e Faxineira. A maioria (55%) possui rendimento mensal menor do que R$ 510,00.<\/p>\n<p>No total, 35% das mulheres possuem idade de 31 a 40 anos, sendo que a maior parte dos conflitos acontece com ex-companheiros (34,6%).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/grafico_1-idade.jpg?ssl=1\"><img data-attachment-id=\"76243\" data-permalink=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/lei-maria-da-penha-brasileiras-evitam-procurar-a-justica\/grafico_1-idade\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/grafico_1-idade.jpg?fit=1097%2C413&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1097,413\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"grafico_1-idade\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/grafico_1-idade.jpg?fit=300%2C113&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/grafico_1-idade.jpg?fit=640%2C241&amp;ssl=1\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-76243\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/grafico_1-idade.jpg?resize=640%2C241&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/grafico_1-idade.jpg?w=1097&amp;ssl=1 1097w, https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/grafico_1-idade.jpg?resize=300%2C113&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/grafico_1-idade.jpg?resize=768%2C289&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/grafico_1-idade.jpg?resize=1024%2C386&amp;ssl=1 1024w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u201cPercebemos que mulheres com condi\u00e7\u00f5es sociais melhores costumam procurar advogados de fam\u00edlia, assim seus processos s\u00e3o encaminhados para outro tipo de Vara. Na outra condi\u00e7\u00e3o social, a defensoria p\u00fablica \u00e9 procurada, e ela encaminham os casos para as delegacias\u201d, disse Montenegro acrescentando que mulheres com maior poder financeiro tamb\u00e9m podem investir em outros tipos de solu\u00e7\u00e3o como a terapia de casal, por exemplo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i1.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_2-tempo-de-relacionamento.jpg?ssl=1\"><img data-attachment-id=\"76242\" data-permalink=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/lei-maria-da-penha-brasileiras-evitam-procurar-a-justica\/grafico_2-tempo-de-relacionamento\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i1.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_2-tempo-de-relacionamento.jpg?fit=1289%2C509&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1289,509\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Grafico_2-tempo-de-relacionamento\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i1.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_2-tempo-de-relacionamento.jpg?fit=300%2C118&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i1.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_2-tempo-de-relacionamento.jpg?fit=640%2C253&amp;ssl=1\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-76242\" src=\"https:\/\/i1.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_2-tempo-de-relacionamento.jpg?resize=640%2C253&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i1.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_2-tempo-de-relacionamento.jpg?w=1289&amp;ssl=1 1289w, https:\/\/i1.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_2-tempo-de-relacionamento.jpg?resize=300%2C118&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i1.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_2-tempo-de-relacionamento.jpg?resize=768%2C303&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i1.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_2-tempo-de-relacionamento.jpg?resize=1024%2C404&amp;ssl=1 1024w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<p><b>Tipos de decis\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Os dados sobre as condena\u00e7\u00f5es variam de acordo com a cidade e o F\u00f3rum. Em S\u00e3o Paulo, por exemplo, a taxa de condena\u00e7\u00e3o \u00e9 de 40%, enquanto que no Recife as decis\u00f5es condenat\u00f3rias representam 7% dos casos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_3-cromes-julgados.jpg?ssl=1\"><img data-attachment-id=\"76241\" data-permalink=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/lei-maria-da-penha-brasileiras-evitam-procurar-a-justica\/grafico_3-cromes-julgados\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_3-cromes-julgados.jpg?fit=1080%2C445&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1080,445\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Grafico_3-cromes-julgados\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_3-cromes-julgados.jpg?fit=300%2C124&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_3-cromes-julgados.jpg?fit=640%2C264&amp;ssl=1\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-76241\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_3-cromes-julgados.jpg?resize=640%2C264&#038;ssl=1\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_3-cromes-julgados.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_3-cromes-julgados.jpg?resize=300%2C124&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_3-cromes-julgados.jpg?resize=768%2C316&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Grafico_3-cromes-julgados.jpg?resize=1024%2C422&amp;ssl=1 1024w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<p>Para Montenegro, a diferen\u00e7a nas taxas de condena\u00e7\u00e3o acontece devido \u00e0 melhor condi\u00e7\u00e3o estrutural do F\u00f3rum Regional do Butant\u00e3, \u00fanico autorizado pelo Tribunal de Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo (TJSP) a permitir a presen\u00e7a das pesquisadoras. \u201cCom uma maior \u00a0agilidade com os processos, os ju\u00edzes evitam a prescri\u00e7\u00e3o e as condena\u00e7\u00f5es s\u00e3o mais frequentes\u201d, disse.<\/p>\n<p>Para a coordenadora da pesquisa, uma das principais solu\u00e7\u00f5es para a maior efetividade da Lei Maria da Penha \u00e9 a melhora da qualidade de escuta das mulheres, como acontece com os centros de acolhimento e apoio \u00e0 mulher. \u201c\u00c9 um espa\u00e7o importante para ouvir a mulher de forma qualificada, sem precisar obrigatoriamente ir \u00e0 delegacia\u201d, declarou Montenegro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>JOTA teve acesso a pesquisa encomendada pelo CNJ mostrando que as mulheres relutam em denunciar agressores Por Alexandre Leoratti &#8211; Portal Jota, em 05\/02\/2018 Lei Maria da Penha, de agosto de 2006, apesar de aumentar a puni\u00e7\u00e3o para casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar contra a mulher, ainda n\u00e3o conseguiu atender todas as demandas por [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":76240,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[4],"tags":[],"jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76239"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=76239"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76239\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":76245,"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76239\/revisions\/76245"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/76240"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=76239"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=76239"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=76239"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}