{"id":341,"date":"2010-03-26T19:40:41","date_gmt":"2010-03-26T22:40:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unicap.br\/assecom1\/?p=341"},"modified":"2010-03-26T19:40:41","modified_gmt":"2010-03-26T22:40:41","slug":"quinta-na-quimica-debate-a-producao-de-biodiesel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/quinta-na-quimica-debate-a-producao-de-biodiesel\/","title":{"rendered":"Quinta na Qu\u00edmica debate a produ\u00e7\u00e3o de biodiesel"},"content":{"rendered":"<p>O projeto Quinta na Qu\u00edmica, da Cat\u00f3lica, discutiu,\u00a0nesta quinta-feira (25),\u00a0a quest\u00e3o do biodiesel no Brasil. O convidado foi o professor Alexandre Schuler, do Departamento de Engenharia Qu\u00edmica da Universidade Federal de Pernambuco. Ele falou sobre os mitos e verdades que envolvem esse combust\u00edvel.<\/p>\n<p>O biodiesel ganhou destaque recentemente, com a discuss\u00e3o sobre o uso de fontes renov\u00e1veis de energia. Apesar disso,\u00a0essa n\u00e3o \u00e9 uma descoberta nova, pois em 1937 j\u00e1 era concedida a primeira patente do combust\u00edvel, produzido a partir do \u00f3leo de uma esp\u00e9cie de palmeira. O Brasil possui grandes extens\u00f5es\u00a0 de terras cultiv\u00e1veis, e isso \u00e9 um ponto a favor do pa\u00eds na produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Alunos dos cursos de Engenharia Qu\u00edmica e Engenharia Ambiental eram a maioria no encontro. Entre eles estava tamb\u00e9m Josuel Berto, 33, estudante de licenciatura em Qu\u00edmica. O futuro professor acredita que \u00e9 importante complementar os conhecimentos te\u00f3ricos com exemplos reais. \u201cA teoria ajuda muito, mas \u00e9 preciso mostrar a utilidade que ela tem no cotidiano do aluno\u201d.<\/p>\n<p>Durante a palestra, que durou cerca de uma hora, Schuler apresentou dados hist\u00f3ricos sobre o biodiesel no Brasil e no mundo, al\u00e9m de explicar as rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas que acontecem na produ\u00e7\u00e3o do \u00f3leo e modos de torn\u00e1-las mais eficazes. Ele ainda apontou aspectos que dificultam o sucesso da s\u00edntese de biocombust\u00edveis no pa\u00eds.<\/p>\n<p>O professor Schuler acredita que para incentivar a ind\u00fastria do biodiesel no pa\u00eds \u00e9 necess\u00e1rio investir em tecnologia. Segundo ele, ainda n\u00e3o h\u00e1 um controle muito preciso sobre as rea\u00e7\u00f5es envolvidas na produ\u00e7\u00e3o desse combust\u00edvel. O conhecimento necess\u00e1rio a este processo ainda \u00e9 muito restrito aos meios acad\u00eamicos. H\u00e1 tamb\u00e9m dificuldades para se obter mat\u00e9ria-prima em quantidade suficiente.<\/p>\n<p>Produtos como algod\u00e3o, mamona, soja e pinh\u00e3o podem ser usados na produ\u00e7\u00e3o do biodiesel. O \u00f3leo de fritura tamb\u00e9m \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o. O uso deste \u00faltimo poderia reduzir a polui\u00e7\u00e3o ambiental, pois a degrada\u00e7\u00e3o do \u00f3leo gera um composto chamado acrole\u00edna, que \u00e9 cancer\u00edgeno. J\u00e1 existem restaurantes e ind\u00fastrias de alimentos que cedem aos produtores de biodiesel o \u00f3leo que seria descartado na rede de esgotos.<\/p>\n<p>A Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco tamb\u00e9m realiza trabalhos na \u00e1rea do biodesel. O professor Valdemir Alexandre, coordenador do curso de Engenharia Qu\u00edmica, vem pesquisando formas de diminuir a produ\u00e7\u00e3o de res\u00edduos no processo de s\u00edntese do \u00f3leo, o que poderia tornar esse combust\u00edvel mais competitivo no mercado.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es sobre biocombust\u00edveis podem ser obtidas no curso de\u00a0\u00a0Engenharia Qu\u00edmica da Cat\u00f3lica. O telefone \u00e9 219-4188.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O projeto Quinta na Qu\u00edmica, da Cat\u00f3lica, discutiu,\u00a0nesta quinta-feira (25),\u00a0a quest\u00e3o do biodiesel no Brasil. O convidado foi o professor Alexandre Schuler, do Departamento de Engenharia Qu\u00edmica da Universidade Federal de Pernambuco. Ele falou sobre os mitos e verdades que envolvem esse combust\u00edvel. 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