{"id":32801,"date":"2012-08-20T22:45:43","date_gmt":"2012-08-20T22:45:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unicap.br\/assecom1\/?p=32801"},"modified":"2012-08-20T22:45:43","modified_gmt":"2012-08-20T22:45:43","slug":"a-igreja-dos-pobres-da-nacao-romeira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/a-igreja-dos-pobres-da-nacao-romeira\/","title":{"rendered":"A Igreja dos Pobres da Na\u00e7\u00e3o Romeira"},"content":{"rendered":"<h4 align=\"center\"><strong><span style=\"color: #000000;\">1\u00ba Semin\u00e1rio de Romeiros\/as da Pastoral de Romaria<br \/>\n<\/span><span style=\"color: #000000;\">(Anota\u00e7\u00f5es e impress\u00f5es de um participante)<br \/>\n<\/span><span style=\"color: #000000;\">Terra de meu padrinho C\u00edcero, de 13 a 15 de julho de 2012<\/span><\/strong><\/h4>\n<h4 align=\"center\"><\/h4>\n<p align=\"right\"><strong><span style=\"color: #000000;\">Por Artur Peregrino<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Carlos\/Downloads\/JUAZEIRO.%20CONC%C3%8DLIO%20DA%20NA%C3%87%C3%83O%20ROMEIRA%20(2).docx#_ftn1\"><span style=\"color: #000000;\">[1]<\/span><\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><span style=\"color: #000000;\">\u201cIsso que vimos e ouvimos, n\u00f3s agora o anunciamos a voc\u00eas\u201d (1 Jo 1,3).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">As cidades de Juazeiro e Crato estavam super movimentadas nesse final de semana. Tudo indicava que algo importante estava para acontecer. A tarde ca\u00eda e a \u201cNa\u00e7\u00e3o Romeira\u201d ia chegando. O lento anoitecer do dia era coroado com ardentes s\u00f3is simbolizados em tochas que abriam essa assembleia magistral com um belo momento oracional. Tudo come\u00e7ou com uma caminhada da entrada do Centro de Forma\u00e7\u00e3o at\u00e9 o sal\u00e3o de reuni\u00e3o. A voz crepuscular dos romeiros e romeiras, que tomaram conta do espa\u00e7o chamado Centro de Expans\u00e3o, simbolizava a grandeza do evento a se iniciar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">\u201cA gente come\u00e7a com Deus na frente\u201d, disse um romeiro. Era 13 de julho do ano 2012. No Centro de Expans\u00e3o da diocese do Crato, Cear\u00e1, teve in\u00edcio o 1\u00ba Semin\u00e1rio de Romeiros\/as da Pastoral de Romaria. Esse encontro da Igreja dos Pobres logo come\u00e7ou a ser chamado de Conc\u00edlio. O termo \u201cIgreja dos pobres\u201d foi utilizado, pela primeira vez, pelo papa Jo\u00e3o XXIII na convoca\u00e7\u00e3o do Conc\u00edlio Ecum\u00eanico Vaticano II (10.09.1962): \u201cA Igreja apresenta-se como \u00e9, e como quer ser, como a Igreja de todos, particularmente a Igreja dos pobres\u201d. A Pastoral de Romaria da diocese do Crato escolheu a melhor maneira de comemorar o quinquag\u00e9simo anivers\u00e1rio do in\u00edcio do Conc\u00edlio Ecum\u00eanico Vaticano II (1962 \u2013 1965): reunir o povo romeiro do Nordeste em Conc\u00edlio, acolhendo a a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito nos dias atuais e sempre de olhar no futuro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Um Conc\u00edlio \u00e9 sempre um novo Pentecostes da Igreja, que, na sua problem\u00e1tica e disputada recep\u00e7\u00e3o, \u00e9 sinal de contradi\u00e7\u00e3o e apelo para convers\u00e3o e mudan\u00e7as, nos atuais invernos eclesiais e eclesi\u00e1sticos. Tudo come\u00e7a muito simples. \u00c9 preciso acreditar e ter f\u00e9 no Deus da vida que nos fala atrav\u00e9s dos pequeninos, seus preferidos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Essa grande Assembleia do Povo de Deus teve a presen\u00e7a de mais de 100 pessoas. Reuniu cerca de 35 romeiros (Alagoas, Pernambuco, Sergipe e Cear\u00e1), 13 seminaristas, 55 membros das equipes de pastoral de romaria e mais 5 da Equipe de Pastoral diocesana. \u00a0O que foi esse Conc\u00edlio na Terra do Padrinho C\u00edcero e da M\u00e3e das Dores?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Reabastecidos no esp\u00edrito mission\u00e1rio, de uma Igreja que se coloca como servidora dos mais humildes, fomos descobrindo a vontade de Deus naquele momento. A partilha das experi\u00eancias foi nos orientando durante todo o encontro. Esse Conc\u00edlio da Na\u00e7\u00e3o Romeira foi organizado por uma equipe de Pastoral de Romaria da diocese do Crato, sob a coordena\u00e7\u00e3o da Irm\u00e3 Annette Dumoulin, religiosa da Congrega\u00e7\u00e3o das C\u00f4negas de Santo Agostinho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O tema geral do semin\u00e1rio foi: <strong>Espiritualidades do Caminho e do Templo. O segredo da acolhida da Pastoral de romaria!<\/strong> N\u00f3s est\u00e1vamos atentos a acolher o que o Esp\u00edrito nos dizia. Atrav\u00e9s das experi\u00eancias compartilhadas da \u201cNa\u00e7\u00e3o Romeira\u201d, fomos percebendo que a\u00ed estava bem presente uma \u201cigreja que nasce pela for\u00e7a do Esp\u00edrito no meio do povo\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Historicamente, as express\u00f5es de f\u00e9 do povo romeiro foram se firmando atrav\u00e9s do tempo. Constituindo-se assim numa eclesialidade romeira de uma tradi\u00e7\u00e3o nordestina. Numa afirma\u00e7\u00e3o da Igreja dos Pobres. No caminho do Juazeiro e no pr\u00f3prio espa\u00e7o da romaria o\/a romeiro\/a \u00e9 sujeito. N\u00e3o s\u00f3 tem um jeito pr\u00f3prio de ser, mas faz acontecer a romaria. Chamamos isso de protagonismo dos pobres. Esse termo vem como eco dos principais documentos da Igreja na Am\u00e9rica Latina ap\u00f3s o Conc\u00edlio Vaticano II.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">A m\u00fasica, o canto, fez parte integrante de todo encontro. Do in\u00edcio ao final. O povo romeiro \u00e9 um povo cantante. \u00c9 um povo festivo. Atrav\u00e9s de seus benditos e c\u00e2nticos expressa sua vis\u00e3o de mundo. O canto do povo romeiro faz voltar \u00e0 fonte que anima a f\u00e9 e irriga a esperan\u00e7a. Perceb\u00edamos que o c\u00e2ntico expressa a consci\u00eancia da Na\u00e7\u00e3o Romeira. O canto na linha da tradi\u00e7\u00e3o romeira \u00e9 um alimento que mexe com ra\u00edzes que v\u00e3o para al\u00e9m do alcance da raz\u00e3o. De fato, o canto ajuda a n\u00e3o desistir da caminhada e a resistir em um jeito pr\u00f3prio de ser igreja no cora\u00e7\u00e3o do Nordeste.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tratando-se da espiritualidade do caminho procuramos olhar para Jesus de Nazar\u00e9. O que Jesus veio ensinar \u00e9 bem simples. \u00c9 o seu caminho. A vida de Jesus foi uma peregrina\u00e7\u00e3o. O evangelho de Jo\u00e3o mostra Jesus subindo \u00e0 Jerusal\u00e9m, para participar das festas do seu povo, de modo particular a da P\u00e1scoa e da festa das Tendas. Jesus participou das peregrina\u00e7\u00f5es do seu povo. Jesus se inseriu na cultura, mas foi al\u00e9m dela. Em sua miss\u00e3o, Ele teve uma postura muito cr\u00edtica em rela\u00e7\u00e3o ao templo. Jesus via um perigo no Templo (cf. Jo 2, 13-22). Por isso, teve uma atitude muito cr\u00edtica em rela\u00e7\u00e3o ao Templo como centro cultural e se refere a si pr\u00f3prio, ou a seu corpo, como sendo o Templo verdadeiro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O Templo s\u00f3 tem sentido se for gerador de vida. O que o romeiro\/a procura no Templo? Com certeza uma orienta\u00e7\u00e3o para a vida que aponta para a realiza\u00e7\u00e3o dos grandes desejos humanos, superando os medos, as inseguran\u00e7as e as dificuldades. Eis um grande desafio para o agente de pastoral de romaria que se situa a partir do Templo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Preocupa-nos perceber que, muitas vezes, h\u00e1 um descompasso entre as express\u00f5es de f\u00e9 do povo romeiro e a compreens\u00e3o de alguns agentes de pastoral de romaria. \u00c9 fundamental perceber e encarar a romaria como fazendo parte de uma l\u00f3gica pr\u00f3pria. Por isso, o agente de pastoral de romaria deve procurar captar as express\u00f5es de f\u00e9 do povo, de origem ind\u00edgena e africana, elementos mais profundos de seu pensar e viver religioso. Deve-se integrar o agente de pastoral ao esfor\u00e7o real de compreender a religi\u00e3o do povo, do pobre, sobretudo no seu pensar sapiencial, simb\u00f3lico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Esse Encontro Conciliar foi, sobretudo, um ponto de partida e colocou alguns desafios concretos no sentido de impulsionar uma pastoral de romaria que integre todos esses jeitos e express\u00f5es: procurar celebrar uma liturgia realmente romeira onde ora\u00e7\u00e3o, f\u00e9 e vida se implicam mutuamente; n\u00e3o perder a tradi\u00e7\u00e3o e valorizar os cantos de raiz (express\u00e3o natural da alma de um povo), sobretudo, os \u201cbenditos\u201d tradicionais j\u00e1 consagrados pela Na\u00e7\u00e3o Romeira; OLHAR o\/a romeiro\/a como sujeito da romaria (\u201cse voc\u00ea n\u00e3o fita o cliente, voc\u00ea n\u00e3o se recomenda a ele\u201d); ESCUTAR \/ FALAR com o\/a romeiro\/a para saber a origem de sua hist\u00f3ria; o GESTO deve expressar uma din\u00e2mica psicol\u00f3gico-espiritual de profunda atitude de acolhimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Seria uma viol\u00eancia indevida contra os\/as romeiros\/as se esse protagonismo n\u00e3o continuar. O protagonismo dos\/as romeiros\/as se justifica profundamente pelo sacerd\u00f3cio comum dos fi\u00e9is. Muitas experi\u00eancias parecidas j\u00e1 demonstraram que o imobilismo gera o comodismo e este sacrifica a responsabilidade pastoral. O contr\u00e1rio do protagonismo \u00e9 transformar os\/as romeiros\/as em ing\u00eanuos consumidores da romaria. \u00c9 important\u00edssimo ter presente que o clero n\u00e3o est\u00e1 acima do romeiro e nem o romeiro abaixo do clero.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Anima-nos a resist\u00eancia, a coragem e a determina\u00e7\u00e3o da Na\u00e7\u00e3o Romeira para prosseguir o caminho de viv\u00eancia de uma t\u00e3o rica e profunda espiritualidade. A espiritualidade vivida pela Na\u00e7\u00e3o Romeira reflete uma sede de Deus que somente os pobres e simples podem conhecer. \u00c9 uma f\u00e9 vivida, em grande parte, pelo povo trabalhador do campo. Vemos que a marca da romaria de Juazeiro \u00e9 seu rosto de homens e mulheres tinturados pela dor e esperan\u00e7a. Pela alegria nordestina. \u00c9 express\u00e3o de f\u00e9 de um catolicismo profundamente inculturado. S\u00e3o vidas marcadas por experi\u00eancias e pr\u00e1ticas partilhadas em contato com a m\u00e3e terra. \u00c9 um povo que vive da esperan\u00e7a de dias melhores e por isso anseia a efetiva\u00e7\u00e3o de um mundo onde se viva a justi\u00e7a e a solidariedade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Vimos que seguir o caminho de Jesus \u00e9 refazer, em cada momento da hist\u00f3ria, a atitude fundamental de Jesus. E a sua atitude fundamental foi a de ler nos acontecimentos a vontade do Pai. E os acontecimentos colocavam Jesus ao lado dos mais pobres, marginalizados at\u00e9 a doa\u00e7\u00e3o completa de sua vida. Jesus se insere na tradi\u00e7\u00e3o do Antigo Testamento em que os pobres eram os destinat\u00e1rios privilegiados da palavra e do amor de Jav\u00e9. Jesus se identifica com eles (Mt 25), fazendo deles sacramentos de Deus. \u201cQuem tem ouvido, ou\u00e7a o que o Esp\u00edrito diz \u00e0s Igrejas\u201d (Ap 2, 17).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Por fim, cada um experimenta algo pr\u00f3prio em sua romaria. Um percebe suas limita\u00e7\u00f5es e impot\u00eancia, quando os p\u00e9s n\u00e3o podem mais lev\u00e1-lo ao horto; outro adquiri novos entendimentos; aquele outro sente que precisa mudar sua vida. Para o\/a romeiro\/a \u00e9 importante a experi\u00eancia da chegada. A romaria sempre tem um objetivo. L\u00e1 chegando, o\/a romeiro\/a chega a si mesmo, a Deus.<\/span><\/p>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr align=\"left\" size=\"1\" width=\"33%\" \/>\n<div>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><a href=\"http:\/\/www.unicap.br\/humanitas\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/Artur_peregrino.jpg\"><span style=\"color: #000000;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft  wp-image-2651\" title=\"Artur_peregrino\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.unicap.br\/humanitas\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/Artur_peregrino-187x300.jpg?resize=112%2C180\" alt=\"\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/span><\/a><a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Carlos\/Downloads\/JUAZEIRO.%20CONC%C3%8DLIO%20DA%20NA%C3%87%C3%83O%20ROMEIRA%20(2).docx#_ftnref1\"><span style=\"color: #000000;\">[1]<\/span><\/a> Jos\u00e9 Artur Tavares de Brito \u00e9 Mestre em Antropologia Cultural pela Universidade Federal de Pernambuco (1999). Possui gradua\u00e7\u00e3o em Licenciatura em Filosofia pela Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco (1995), gradua\u00e7\u00e3o em Bacharelado em Filosofia pela Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco (1996), gradua\u00e7\u00e3o em Teologia pelo Instituto de Teologia do Recife (1987). Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de Antropologia, com \u00eanfase em Antropologia da Religi\u00e3o, atua principalmente nos seguintes temas: teoria da complexidade, antropologia urbana, sistemas simb\u00f3licos, ritualidade, catolicismo, terra, sertanejo, contemporaneidade, religi\u00e3o, cidade e pastoral. \u00c9 integrante do grupo de pesquisa Transdisciplinaridade e Di\u00e1logo entre Culturas e Religi\u00f5es. Atualmente \u00e9 Professor da Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco \u2013 UNICAP e colaborador do Instituto Humanitas Hunicap \u2013 IHU.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1\u00ba Semin\u00e1rio de Romeiros\/as da Pastoral de Romaria (Anota\u00e7\u00f5es e impress\u00f5es de um participante) Terra de meu padrinho C\u00edcero, de 13 a 15 de julho de 2012 Por Artur Peregrino[1] \u201cIsso que vimos e ouvimos, n\u00f3s agora o anunciamos a voc\u00eas\u201d (1 Jo 1,3). 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