{"id":32788,"date":"2012-08-17T14:44:21","date_gmt":"2012-08-17T14:44:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unicap.br\/assecom1\/?p=32788"},"modified":"2012-08-17T14:44:21","modified_gmt":"2012-08-17T14:44:21","slug":"recife-recebera-mostra-sobre-o-cineasta-canadense-pierre-perrault","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/recife-recebera-mostra-sobre-o-cineasta-canadense-pierre-perrault\/","title":{"rendered":"Recife receber\u00e1 mostra sobre o cineasta canadense Pierre Perrault"},"content":{"rendered":"<p>Entre os dias 24 e 30 de agosto,\u00a0 o Recife recebe a <em>Mostra Pierre Perrault<\/em><strong>,<\/strong> que traz ao Brasil a primeira retrospectiva integral do grande cineasta quebequense, organizada pela associa\u00e7\u00e3o cultural Balafon, de Minas Gerais, em colabora\u00e7\u00e3o com o professor de hist\u00f3ria e teoria do cinema Michel Marie (Universidade de Paris 3 Sorbonne Nouvelle). No Brasil, a mostra estreou no dia 18 de maio, no Rio de Janeiro, e, desde ent\u00e3o, j\u00e1 passou pelas capitais Belo Horizonte, Jo\u00e3o Pessoa, S\u00e3o Paulo, Porto Alegre e Salvador. Em sua abertura, no Rio, ela contou com um grande col\u00f3quio internacional, reunindo 18 especialistas canadenses, franceses e brasileiros, para a discuss\u00e3o da obra de Perrault.<\/p>\n<p><strong>HIST\u00d3RICO<\/strong> &#8211; Depois do sucesso da Mostra Jean Rouch, exibida em 10 capitais brasileiras em 2009 e 2010 (dentre elas Recife), a Balafon realiza neste ano, com a parceria da Universidade Paris 3 Sorbonne Nouvelle e Universidade de Montr\u00e9al, a\u00a0Retrospectiva Pierre Perrault<strong>. <\/strong>Praticamente desconhecido do p\u00fablico brasileiro,\u00a0Perrault \u00e9\u00a0um cineasta fundamental da segunda metade do s\u00e9culo vinte e um dos expoentes do cinema direto. Diga-se de passagem que, apesar da pouca divulga\u00e7\u00e3o de sua obra entre n\u00f3s, a cr\u00edtica\u00a0 considera Perrault um documentarista da envergadura de Jean Rouch, Joris Ivens, Chris Marker e Dziga Vertov, dentre outros gigantes.<\/p>\n<p>No Recife, a mostra conta com a parceria da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), atrav\u00e9s do projeto de extens\u00e3o &#8220;Contraplano \u2013 Teorias e Pr\u00e1ticas Audiovisuais&#8221;, coordenado pelos professores La\u00e9cio Ricardo e Mannu Costa, e da Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco (Fundaj), onde acontecer\u00e3o as exibi\u00e7\u00f5es (Cinema da Funda\u00e7\u00e3o e Sala Jo\u00e3o Cardoso Ayres).<\/p>\n<p>A abertura, no dia 24 de agosto, \u00e0s 18h, na Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco, contar\u00e1 com a presen\u00e7a da diretora da Balafon, Juliana Ara\u00fajo, e do professor Michel Marie, organizadores do projeto. \u00c0 ocasi\u00e3o, Marie ministrar\u00e1 confer\u00eancia sobre o legado de Perrault.<\/p>\n<p>A mostra exibe toda a obra do cineasta: mais de trinta filmes de curta, m\u00e9dia e longa-metragem, produzidos entre os anos de 1958 e 1994, dirigidos ou roteirizados por Perrault, al\u00e9m de dois document\u00e1rios sobre o cineasta. Legendados em l\u00edngua portuguesa, a maioria desses filmes tem nessa mostra sua primeira exibi\u00e7\u00e3o no Brasil, permitindo assim que o p\u00fablico tenha a chance excepcional de entrar em contato com a cinematografia de Pierre Perrault.<\/p>\n<p>Por meio da aprecia\u00e7\u00e3o desses filmes em conjunto, emergem os temas e ciclos fundamentais da filmografia de Perrault: a trilogia fundadora da \u00cele-aux-Coudres (formada pelos filmes \u201cPara que o Mundo Prossiga\u201d, \u201cO Reino do Dia\u201d e \u201cOs Carros d\u2019\u00c1gua\u201d), a busca da identidade coletiva, o ciclo de Abitibi (composto pelos document\u00e1rios \u201cUm Reino vos Espera\u201d, \u201cO Retorno \u00e0 Terra\u201d, \u201cEra um quebequense na Bretanha, Senhora!\u201d e \u201cGente de Abitibi\u201d), o homem e a natureza, o rio Saint-Laurent e a s\u00e9rie <em>Au Pays de Neufve-France<\/em>, que se constitui de treze curtas-metragens roteirizados por Perrault e dirigidos por Ren\u00e9 Bonni\u00e8re.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Programa\u00e7\u00e3o no Recife<\/span><\/p>\n<p>A Retrospectiva Pierre Perrault e a confer\u00eancia do professor Michel Marie (Sorbonne Nouvelle Paris 3), co-organizador da retrospectiva, come\u00e7am no pr\u00f3ximo dia 24 de agosto no Recife e seguem at\u00e9 30 de agosto.\u00a0 Todas as atividades acontecer\u00e3o na Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco (Cinema da Funda\u00e7\u00e3o e Sala Jo\u00e3o Cardoso Ayres). A entrada \u00e9 franca e limitada \u00e0 capacidade das salas.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">A Retrospectiva: Sess\u00f5es Tem\u00e1ticas<\/span><\/p>\n<p>Os filmes ser\u00e3o apresentados em ciclos tem\u00e1ticos:<\/p>\n<p><strong>A trilogia fundadora da \u00cele-aux-Coudres<\/strong> (<em>Para que o mundo prossiga<\/em>, <em>O reino do dia<\/em> e <em>Os carros d\u2019\u00e1gua<\/em>): s\u00e3o os 3 primeiros longas-metragens de Perrault, consagrados aos habitantes da \u00cele-aux-Coudres (llha das Avel\u00e3s), especialmente \u00e0 fam\u00edlia Tremblay. Acompanhamos os mesmos personagens nos 3 filmes \u2013 em <em>Para que o mundo prossiga<\/em> e <em>Os carros d\u2019\u00e1gua<\/em>, se tematizam tradi\u00e7\u00f5es em desaparecimento; em <em>O reino do dia<\/em>, acompanhamos a fam\u00edlia Tremblay em viagem, interessada em descobrir suas ra\u00edzes francesas.<\/p>\n<p><strong>A busca da identidade coletiva<\/strong> (<em>Um pa\u00eds sem bom senso<\/em> e <em>Acadie Acadie<\/em>, numa via; e <em>Oumigmag<\/em> e <em>Cornualhas<\/em>, noutra): <em>Um pa\u00eds sem bom senso<\/em> e <em>Acadie Acadie<\/em> s\u00e3o filmes explicitamente pol\u00edticos, sobre quest\u00f5es de soberania do Quebec, especialmente a do bilinguismo, <em>Acadie Acadie<\/em> tendo surgido como um prolongamento das filmagens feitas para <em>Um pa\u00eds sem bom senso<\/em>. <em>Oumigmag <\/em>e <em>Cornualhas<\/em>, os dois \u00faltimos filmes de Perrault, tamb\u00e9m um como prolongamento do outro, se pretendem met\u00e1foras do Quebec. Nesses dois \u00faltimos filmes, Perrault retoma um procedimento abandonado desde o seu primeiro longa, o coment\u00e1rio em off, em forma de longo poema sobre a geografia, a flora e a fauna das regi\u00f5es filmadas.<\/p>\n<p><strong>O ciclo de Abitibi<\/strong> (<em>Um reino vos espera<\/em>, <em>O retorno \u00e0 terra<\/em>, <em>Era um quebequense na Bretanha, Madame<\/em>, <em>Gente de Abitibi<\/em>): esses 4 filmes t\u00eam origem num projeto de filme sobre a constru\u00e7\u00e3o de uma grande barragem hidroel\u00e9trica na Ba\u00eda James, abandonado em favor de outra pista: o personagem Hauris Lalancette, um agricultor militante do Partido Quebequense, na regi\u00e3o de Abitibi. Neles, Perrault tra\u00e7a um paralelo entre a coloniza\u00e7\u00e3o de Abitibi nos anos 30 e sua fal\u00eancia nos anos 70.<\/p>\n<p><strong>O homem e a natureza<\/strong> (<em>O gosto da farinha<\/em> e <em>O pa\u00eds da terra sem \u00e1rvore<\/em>, numa via; e <em>A fera luminosa<\/em>, noutra): <em>O pa\u00eds da terra sem \u00e1rvore<\/em> \u00e9 um desdobramento de <em>O gosto da farinha<\/em>; encontramos em ambos os mesmos personagens e a mesma regi\u00e3o, onde vivem os \u00edndios Montagnais. Neles, Perrault confronta os discursos dos antrop\u00f3logos e linguistas aos dos \u00edndios Montagnais. Ambos tratam da ca\u00e7a ao Caribu. <em>A fera luminosa<\/em> trata tamb\u00e9m da ca\u00e7a, mas dessa vez empreendida por um grupo de citadinos do Quebec. Esse filme \u00e9 frequentemente considerado a obra-prima de Perrault.<\/p>\n<p><strong>O rio Saint-Laurent<\/strong> (<em>As velas baixas e de trav\u00e9s<\/em> e <em>A grande marea\u00e7\u00e3o<\/em> I e II): tematizam a descoberta do Quebec pelo navegador Jacques Cartier no s\u00e9culo XVI. Perrault filma a viagem de barco entre Saint Malo e o Quebec, como a que Cartier fez, reunindo marinheiros bret\u00f5es e intelectuais quebequenses, dentre os quais o poeta Michel Garneau e o fil\u00f3sofo franc\u00eas Michel Serres.<\/p>\n<p>A s\u00e9rie <strong>Au Pays<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong>de Neufve-France<\/strong>: 13 curtas-metragens de 29 minutos (de 1958 a 1960), com dire\u00e7\u00e3o de Ren\u00e9 Bonni\u00e8re, e argumento, roteiro e texto de Perrault. S\u00e3o as primeiras realiza\u00e7\u00f5es de Perrault no campo do cinema, ap\u00f3s haver trabalhado durante anos no r\u00e1dio, com emiss\u00f5es sobre can\u00e7\u00f5es e tradi\u00e7\u00f5es na costa norte do rio Saint-Laurent. Nesses curtas com coment\u00e1rio em off sob a forma de poema (algumas vezes misturados \u00e0s falas dos pr\u00f3prios personagens), Perrault aborda as regi\u00f5es, personagens e temas com os quais ir\u00e1 trabalhar posteriormente, ao longo de toda a sua obra.<\/p>\n<p>A mostra conta ainda com alguns filmes sobre Pierre Perrault: <em>Os tra\u00e7os do sonho<\/em> e <em>No vale de Sverdrup<\/em>.<\/p>\n<p>(ver programa\u00e7\u00e3o em anexo; ou tamb\u00e9m em <a href=\"http:\/\/www.balafon.org.br\">www.balafon.org.br<\/a> ou em https:\/\/www.facebook.com\/PierrePerraultnoBrasil)<\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Confer\u00eancia no Recife<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> <em>Escolhas de um cineasta<\/em><\/p>\n<p><strong>Conferencista:<\/strong> Professor Michel Marie<\/p>\n<p>MICHEL MARIE \u00e9 professor em\u00e9rito de Hist\u00f3ria e Est\u00e9tica do Cinema franc\u00eas, na Universidade de Paris 3- Sorbonne Nouvelle, onde criou o programa de ensino em Estudos Cinematogr\u00e1ficos. Dirige a cole\u00e7\u00e3o Cin\u00e9ma et arts visuels da editora Armand Colin, desde 1988. Foi presidente da Associa\u00e7\u00e3o Francesa de Pesquisa sobre Hist\u00f3ria do Cinema, e da Cinemateca universit\u00e1ria de Paris. Nos \u00faltimos anos, ensinou tamb\u00e9m, como professor convidado, na Universidade de Montr\u00e9al (Cadeira: Fran\u00e7a contempor\u00e2nea), no CERIUM &#8211; Centro de Estudos e Pesquisas Internacionais, de 2009 a abril de 2011; e na Universidade Estadual de Campinas \u2013 UNICAMP, ministrando curso sobre fic\u00e7\u00e3o e document\u00e1rio. \u00c9 autor de numerosos livros sobre o cinema. \u00daltimos t\u00edtulos publicados: Les Films maudits, Armand Colin, 2010; Les Grands pervers au cin\u00e9ma, Armand Colin, 2009; Lire les images de cin\u00e9ma (avec L.Jullier), Larousse, 2007; Guide des \u00e9tudes cin\u00e9matographiques, Armand Colin, 2006; Comprendre Godard, Armand Colin, 2006. Livros traduzidos para o portugu\u00eas: A est\u00e9tica do filme (com Aumont, Bergala e Vernet, Ed: Papirus), Dicion\u00e1rio te\u00f3rico e cr\u00edtico do cinema (com Aumont, Ed: Papirus), A an\u00e1lise do filme (com Aumont, Ed: Texto &amp; Grafia), Lendo as imagens do cinema (com Laurent Jullier), e A Nouvelle Vague e Godard (publicado neste ano pela editora Papirus, 2012). \u00c9 co-organizador da retrospectiva e col\u00f3quio Pierre Perrault no Brasil, 2012, junto \u00e0 associa\u00e7\u00e3o Balafon, e co-organizador, com Juliana Ara\u00fajo, do cat\u00e1logo que acompanha a retrospectiva, tamb\u00e9m editado pela Balafon; no \u00e2mbito desse projeto, vem realizando uma s\u00e9rie de confer\u00eancias sobre o cineasta, desde maio de 2012 (no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Jo\u00e3o Pessoa, S\u00e3o Paulo, Porto Alegre e Salvador).<\/p>\n<p>Michel Marie lan\u00e7a tamb\u00e9m no Recife seu livro <em>A Nouvelle Vague e Godard<\/em>, rec\u00e9m-traduzido para o portugu\u00eas pela editora Papirus.<\/p>\n<p>Quando:<\/p>\n<p>A confer\u00eancia &#8211; 24 de agosto<\/p>\n<p>A Retrospectiva dos Filmes &#8211; 24 a 30 de agosto<\/p>\n<p>Onde: Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco| Cinema da Funda\u00e7\u00e3o e Sala Jo\u00e3o Cardoso Ayres, Rua Henrique Dias, 609, Derby<\/p>\n<p>Tel.: <strong>(81) 3073.6688 \/\u00a06689 \/ 6712 e 6651<\/strong><\/p>\n<p>Site: <a href=\"http:\/\/www.balafon.org.br\">www.balafon.org.br<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/PierrePerraultnoBrasil\">https:\/\/www.facebook.com\/PierrePerraultnoBrasil<\/a><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Cat\u00e1logo<\/span><\/p>\n<p>A Mostra conta tamb\u00e9m com um cat\u00e1logo composto de textos sobre a obra de Perrault, de um texto importante do cineasta, filmografia completa e bibliografia. Al\u00e9m dos programas do col\u00f3quio e da retrospectiva. Com isso pretende-se oferecer ao espectador elementos que lhe permitir\u00e3o prosseguir em suas pesquisas ap\u00f3s a descoberta dos filmes nas salas.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">O Cinema Direto \u2013 Perrault e Rouch<\/span><\/p>\n<p>Pierre Perrault veio uma s\u00f3 vez ao Brasil, em 1996, na III Mostra Internacional do Filme Etnogr\u00e1fico no Rio de Janeiro, pouco antes de sua morte em 1999. Ele se\u00a0encontrou nessa ocasi\u00e3o com Jean Rouch, presente no mesmo evento. As filmografias desses dois cineastas apresentam v\u00e1rios pontos em comum: um, explorador do Sahel, do\u00a0rio Niger e da \u00c1frica do Oeste, o outro, do rio Saint Laurent, da imensa floresta quebequense com seus milhares de lagos e da tundra \u00e1rtica. Eles desestabilizaram, tanto\u00a0um quanto o outro, as pr\u00e1ticas do cinema document\u00e1rio, disseminando o cinema direto. A organiza\u00e7\u00e3o dessa retrospectiva, justamente ap\u00f3s a de Jean Rouch, em 2009\u00a0e 2010, tamb\u00e9m organizada pela BALAFON, oferece ainda a possibilidade de multiplicar as confronta\u00e7\u00f5es entre os filmes e a problem\u00e1tica do cinema direto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre os dias 24 e 30 de agosto,\u00a0 o Recife recebe a Mostra Pierre Perrault, que traz ao Brasil a primeira retrospectiva integral do grande cineasta quebequense, organizada pela associa\u00e7\u00e3o cultural Balafon, de Minas Gerais, em colabora\u00e7\u00e3o com o professor de hist\u00f3ria e teoria do cinema Michel Marie (Universidade de Paris 3 Sorbonne Nouvelle). 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