{"id":302,"date":"2010-03-25T16:50:53","date_gmt":"2010-03-25T19:50:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unicap.br\/assecom1\/?p=302"},"modified":"2010-03-25T16:50:53","modified_gmt":"2010-03-25T19:50:53","slug":"caminho-do-radio-contemporaneo-e-tema-de-debate-na-6%c2%aa-semana-de-jornalismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/caminho-do-radio-contemporaneo-e-tema-de-debate-na-6%c2%aa-semana-de-jornalismo\/","title":{"rendered":"Caminho do r\u00e1dio contempor\u00e2neo \u00e9 tema de debate na 6\u00aa Semana de Jornalismo"},"content":{"rendered":"<p>Os caminhos do r\u00e1dio contempor\u00e2neo foram discutidos\u00a0na tarde desta quarta-feira (24),\u00a0na sala 510 do bloco A, dentro da programa\u00e7\u00e3o da 6\u00aa Semana de Jornalismo.\u00a0 A mesa-redonda teve a participa\u00e7\u00e3o dos jornalistas Carlos Morais, da R\u00e1dio Jornal; Roberto Souza, da R\u00e1dio Universit\u00e1ria; M\u00e1rio Neto, da CBN, e Marize Rodrigues, da R\u00e1dio Folha. O professor Vlaudimir Salvador foi o mediador do debate.<\/p>\n<p>O jornalista Carlos Morais iniciou a palestra falando da escolha do\u00a0tema. \u201cDeveria ser caminhos que desafiam o r\u00e1dio, porque temos uma s\u00e9rie de desafios a enfrentar\u201d, comentou. Usando a internet como foco de sua palestra, Carlos Morais falou que ela n\u00e3o acabou com o r\u00e1dio. A web pode ampliar a informa\u00e7\u00e3o transmitida no r\u00e1dio. Ele acrescenta dizendo que o r\u00e1dio tem o poder de humanizar a mat\u00e9ria, e tem a possibilidade de ser ao vivo.<\/p>\n<p>Carlos Morais\u00a0chamou aten\u00e7\u00e3o\u00a0para um problema encontrado no seu meio, que \u00e9 o custo de manter um rep\u00f3rter. Para ele ir para a rua tem que ter toda uma infra-estrutura. Por causa disso, quando o assunto \u00e9 futebol, pode-se n\u00e3o mandar um locutor ao local se o jogo for televisionado. Mas , para ele, \u201co contato com o p\u00fablico \u00e9 fundamental\u201d.<\/p>\n<p>Em seguida, o jornalista M\u00e1rio Neto\u00a0enfatizou que todos os radialistas est\u00e3o nessa \u00e1rea porque acreditam nessa profiss\u00e3o. \u201cA r\u00e1dio tem uma utilidade imensa quando \u00e9 bem utilizada\u201d, prosseguiu. Citou um exemplo pr\u00f3prio, quando disse que era muito f\u00e3 do jornalista Marcos Ara\u00fajo e teve a oportunidade de ser chefe dele. \u201cEssas coisas acontecem mesmo\u201d, afirmou. \u201cNada bate o r\u00e1dio no local, porque o r\u00e1dio \u00e9 muito mais simples e mais r\u00e1pido de se fazer\u201d, explicou M\u00e1rio Neto. A fun\u00e7\u00e3o do r\u00e1dio \u00e9 dar a primeira informa\u00e7\u00e3o. \u201cNo local, certamente, o r\u00e1dio informa primeiro at\u00e9 do que a internet\u201d, frisou. Disse que o objetivo da r\u00e1dio \u00e9 informar e prestar servi\u00e7os. Na CBN o p\u00fablico predominante \u00e9 o masculino das classes A e B. A import\u00e2ncia dos novos recursos para o r\u00e1dio contempor\u00e2neo foi um assunto que M\u00e1rio Neto abordou no final de sua palestra, dizendo que h\u00e1 ferramentas fundamentais, como a internet. O Twitter, por exemplo, possibilita passar informa\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas e atualizadas.<\/p>\n<p>O jornalista Roberto Souza\u00a0falou sobre a tend\u00eancia a partir da sa\u00edda dos jornalistas palestrantes da Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco \u2013 j\u00e1 que todos foram ex-alunos \u2013 no ano de 1985, em termos da perspectiva que tinham sobre o jornalismo naquela \u00e9poca. \u201cTinham poucos radialistas. Era poss\u00edvel agrupar todos em um evento, totalizando mais ou menos uns 60\u201d, informou. Eles acreditaram na profiss\u00e3o mesmo nos momentos de dificuldades. \u201cAcredito na validade do diploma\u201d, confessou.<\/p>\n<p>Para finalizar, a jornalista Marize Rodrigues falou sobre toda a sua trajet\u00f3ria profissional. Trabalha na \u00e1rea jornal\u00edstica\u00a0h\u00e1 32 anos. Em 1978, estagiou pela primeira vez no r\u00e1dio. Na R\u00e1dio Clube, ela passou 14 anos.\u00a0Come\u00e7ou como estagi\u00e1ria\u00a0at\u00e9 se tornar\u00a0editora geral. Trabalhou na CBN como chefe, mas sempre preferiu trabalhar na rua como rep\u00f3rter. No Governo do Estado, Marize Rodrigues atuou na gest\u00e3o do governador Jarbas Vasconcelos por cinco anos. Fez parte da montagem da R\u00e1dio Folha. Atrav\u00e9s de uma pesquisa, eles perceberam que o p\u00fablico sentia falta de ouvir m\u00fasica popular brasileira (MPB). Atrav\u00e9s disso, resolveram iniciar um programa com esse tipo de m\u00fasica, onde\u00a0atingiam um p\u00fablico das classes A e B.<\/p>\n<p>O slogan da r\u00e1dio foi criado por ela mesma: \u201cInforma\u00e7\u00e3o e m\u00fasica de qualidade\u201d. Hoje, na parte musical, a jornalista disse que teve uma popularizada, alcan\u00e7ando todas as camadas sociais, com a inclus\u00e3o de forr\u00f3 e pagode, por exemplo.\u00a0Ela revelou que, em junho, deve ser aberta vaga para estagi\u00e1rio. \u00a0Quem estiver interessado, pode mandar um e-mail para <a href=\"mailto:marize@radiofolha.com.br\">marize@radiofolha.com.br<\/a>, para as demais informa\u00e7\u00f5es podem ligar para 9945-4630 ou por telefone da R\u00e1dio Folha, 3224-5153.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os caminhos do r\u00e1dio contempor\u00e2neo foram discutidos\u00a0na tarde desta quarta-feira (24),\u00a0na sala 510 do bloco A, dentro da programa\u00e7\u00e3o da 6\u00aa Semana de Jornalismo.\u00a0 A mesa-redonda teve a participa\u00e7\u00e3o dos jornalistas Carlos Morais, da R\u00e1dio Jornal; Roberto Souza, da R\u00e1dio Universit\u00e1ria; M\u00e1rio Neto, da CBN, e Marize Rodrigues, da R\u00e1dio Folha. 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