{"id":23220,"date":"2011-09-02T22:39:55","date_gmt":"2011-09-02T22:39:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unicap.br\/assecom1\/?p=23220"},"modified":"2011-09-02T23:57:52","modified_gmt":"2011-09-02T23:57:52","slug":"iv-forum-eptic-debate-comunicacao-alternativa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/iv-forum-eptic-debate-comunicacao-alternativa\/","title":{"rendered":"IV F\u00f3rum Eptic debate comunica\u00e7\u00e3o alternativa"},"content":{"rendered":"<div><a href=\"https:\/\/i1.wp.com\/www.unicap.br\/intercom2011\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/EPTIC_Mesa-foto\u00f3grafo-Jackie-Feitosa-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" title=\"EPTIC_Mesa fot\u00f3grafo Jackie Feitosa\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/www.unicap.br\/intercom2011\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/EPTIC_Mesa-foto\u00f3grafo-Jackie-Feitosa-1-1024x682.jpg?resize=500%2C333\" alt=\"\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/div>\n<div>Texto: Rafaella Magna \/ Foto: Jackie Feitosa<\/div>\n<div>O IV F\u00f3rum Eptic, que aconteceu nesta sexta-feira (2), \u00e0s 9h, no XXXIV Congresso Brasileiro de Ci\u00eancias da Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 Intercom 2011, realizado na Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco, teve como objetivo debater a comunica\u00e7\u00e3o alternativa. O F\u00f3rum, que foi coordenado pelo professor Val\u00e9rio Brittos (Unisinos), teve como mediador o professor Ruy Sardinha (USP). Os palestrantes tiveram uma m\u00e9dia de 15 minutos para apresentar as pesquisas que v\u00eam sendo realizadas, tra\u00e7ando paralelos sobre o assunto.<\/div>\n<div>Com o tema \u201cDigitaliza\u00e7\u00e3o, alternativas e direito \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o\u201d, o professor Val\u00e9rio Brittos (Unisinos) deu in\u00edcio ao debate. Para ele, o alternativo, atualmente, \u00e9 aquilo que prop\u00f5em outras falas partindo do audiovisual e do padr\u00e3o t\u00e9cnico est\u00e9tico. \u201cEsse conjunto de caracter\u00edsticas s\u00e3o baseados em rela\u00e7\u00f5es estabelecidas pelo p\u00fablico sobre o que \u00e9 e o que parece ser\u201d, explica Brittos. Saber como essa comunica\u00e7\u00e3o quer se posicionar no mercado \u00e9 algo fundamental.<\/div>\n<div>Segundo ele, o padr\u00e3o t\u00e9cno-est\u00e9tico se traduz num mercado midi\u00e1tico. \u201cEsse padr\u00e3o passa pelas l\u00f3gicas sociais, como empresas, Estado, consumidores e sociedade\u201d, diz o palestrante, afirmando, ainda, que a vis\u00e3o desse mercado \u00e9 que os produtos culturais t\u00eam potencial quando geram riqueza. Al\u00e9m disso, ele passa por uma fase de multiplicidade da oferta, como a \u201camplia\u00e7\u00e3o do n\u00famero de canais\u201d.<\/div>\n<div>Mas junto com a oferta maior dessa comunica\u00e7\u00e3o, quais s\u00e3o os impactos e desafios sistem\u00e1ticos que ser\u00e3o gerados? Foi com essa indaga\u00e7\u00e3o que o professor Paulo Faustino (Universidade do Porto), deu continuidade ao f\u00f3rum. De acordo com Faustino, existem dois aspectos que mostram esse impacto. O primeiro \u00e9 na ind\u00fastria, \u201cquando a produ\u00e7\u00e3o midi\u00e1tica come\u00e7a a ganhar expressividade chegando a colocar assuntos na agenda midi\u00e1tica tradicional\u201d. O segundo \u00e9 na comunidade, atrav\u00e9s do forte impacto, sobretudo, em regimes repressores, \u201ccom pouca liberdade de express\u00e3o e forte contraste de estado sobre a atividade midi\u00e1tica comum\u201d.<\/div>\n<div>Contudo, a m\u00eddia alternativa permite questionar formas de domina\u00e7\u00e3o. \u201cPassando de um ecossistema de m\u00eddia c\u00eantrico para um ecossistema de m\u00eddia exc\u00eantrico em que o indiv\u00edduo tem mais conhecimento e poder sobre a informa\u00e7\u00e3o que consome\u201d, explica Paulo Faustino. \u201cEssa m\u00eddia ajuda a identificar e desenvolver modelos alternativos que favore\u00e7am a coopera\u00e7\u00e3o, potenciando a transforma\u00e7\u00e3o e luta social\u201d, conclui Faustino.<\/div>\n<div>Tendo como base o Brasil e outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, a professora Cic\u00edlia Peruzzo (Umesp) acredita que a comunica\u00e7\u00e3o alternativa nunca chegou a ser uma op\u00e7\u00e3o de canal de comunica\u00e7\u00e3o. \u201cAo longo da hist\u00f3ria, percebemos que ela \u00e9 uma busca de uma nova possibilidade de informa\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Peruzzo. Para ela, essa comunica\u00e7\u00e3o passa por um patamar que n\u00e3o chega a suprimir a necessidade de informa\u00e7\u00e3o. \u201cO alternativo se configura como uma comunica\u00e7\u00e3o diferenciada, que passa pela m\u00eddia comercial e conservadora\u201d, fala.<\/div>\n<div>De acordo com Peruzzo, h\u00e1 caracter\u00edsticas que indicam essa outra comunica\u00e7\u00e3o, como a proposta editorial, linha pol\u00edtica cr\u00edtica e conte\u00fados que n\u00e3o s\u00e3o tratados pela grande m\u00eddia. \u201cUm outro aspecto \u00e9 sobre a organiza\u00e7\u00e3o que tende a ser participativa\u201d, diz a professora. Segundo Cic\u00edlia, essa comunica\u00e7\u00e3o alternativa vem contestar um \u201cstatus-quo\u201d e, do ponto de vista do modo de produ\u00e7\u00e3o, ela \u00e9 colaborativa visando \u00e0 liberdade de express\u00e3o daqueles que n\u00e3o t\u00eam vez na m\u00eddia tradicional.<\/div>\n<div>As tecnologias digitais trouxeram novas possibilidades de produ\u00e7\u00e3o no contexto comunicacional, de acordo com o professor Bruno Fuser (UFJF). \u201cA ponto de muitos pesquisadores se sentirem al\u00e9m de consumidores, tamb\u00e9m produtores de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o\u201d, afirma. Por\u00e9m, para ele, mais do que os meios, o que importa \u00e9 o uso. \u201cO uso cr\u00edtico e criativo podem ser indicadores de uma comunica\u00e7\u00e3o alternativa. Ao ser criativo h\u00e1 uma maior mobiliza\u00e7\u00e3o incentivando, assim, a reflex\u00e3o\u201d, acredita Fuser. O fato de ser um conceito de di\u00e1logo \u00e9 mais uma contribui\u00e7\u00e3o para a an\u00e1lise desses problemas.<\/div>\n<div>Confira resumos dos trabalhos apresentados:<\/div>\n<div><strong> <\/strong><\/div>\n<div><strong>Tema: Comunica\u00e7ao Alternativa<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div>Coordena\u00e7\u00e3o: <em>Val\u00e9rio Brittos (Unisinos) e Cesar Bola\u00f1o (UFS)Media\u00e7ao: <em>Ruy Sardinha (USP)Participantes: Bruno Fuser (UFJF); Adilson Cabral (UFF); Maria Luiza Cardinale Baptista (UCS) e C\u00e9sar Bola\u00f1o (UFS); <em>Val\u00e9rio Brittos (Unisinos); Cic\u00edlia Maria Krohling Peruzzo (Umesp) <em> <\/em><\/em><\/em><\/em><\/div>\n<div><em><em><em><em><strong> <\/strong><\/em><\/em><\/em><\/em><\/div>\n<div><em><em><em><em><strong>Digitaliza\u00e7\u00e3o, alternativas e direito \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o<\/strong> <\/em><\/em><\/em><\/em><\/div>\n<div><strong>Val\u00e9rio Cruz Brittos (Unisinos)<\/strong><\/div>\n<div>O trabalho discute a comunica\u00e7\u00e3o alternativa, no \u00e2mbito das din\u00e2micas de digitaliza\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea e de reconfigura\u00e7\u00e3o capitalista. Concebe-se comunica\u00e7\u00e3o alternativa como aquela que efetivamente contrap\u00f5e-se ao sistema, posicionando-se de forma contra-hegem\u00f4nica e, por isso, comprometida com a constru\u00e7\u00e3o do direito \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o. Como forma de constru\u00e7\u00e3o de processos midi\u00e1ticos libertadores, prop\u00f5e-se a necessidade de aproxima\u00e7\u00e3o dos projetos de comunica\u00e7\u00e3o alternativa das ideias de Paulo Freire, assumidas no \u00e2mbito da Economia Pol\u00edtica da Comunica\u00e7\u00e3o, eixo te\u00f3rico-metodol\u00f3gico de an\u00e1lise do fen\u00f4meno em quest\u00e3o. \u00c9 neste circuito que se projetam os esfor\u00e7os de um padr\u00e3o tecno-est\u00e9tico alternativo, o que passa pela socializa\u00e7\u00e3o das formas de produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o cultural, estimuladas pelo barateamento de custos trazidos pela digitaliza\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div><em><strong> <\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><strong>Comunica\u00e7\u00e3o alternativa<\/strong> <\/em><\/div>\n<div><em> <\/em><strong>Cic\u00edlia M. Krohling Peruzzo (Umesp)<\/strong><\/div>\n<div>Conceitos de comunica\u00e7\u00e3o alternativa, das origens \u00e0s novas configura\u00e7\u00f5es. Especificidades do jornalismo alternativo e suas fei\u00e7\u00f5es no universo das tecnologias da informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o. Proximidades e interfaces com outras vertentes ou denomina\u00e7\u00f5es da comunica\u00e7\u00e3o do \u201cpovo\u201d, tais como a comunica\u00e7\u00e3o popular, comunica\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria e comunica\u00e7\u00e3o cidad\u00e3. Comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o-hegem\u00f4nica: (in)coer\u00eancias entre pr\u00e1ticas e conceito? Comunica\u00e7\u00e3o \u201calternativa\u201d hoje: diversidade, possibilidades, limites e avan\u00e7os.<\/div>\n<div><em><strong> <\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><strong>Prosumidores ou neoconsumidores?<\/strong> <\/em><\/div>\n<div><em> <\/em><strong>Bruno Fuser (UFJF)<\/strong><\/div>\n<div>As tecnologias digitais trouxeram (e a cada dia trazem mais) novas possibilidades de produ\u00e7\u00e3o no contexto comunicacional, a ponto de muitos pesquisadores apontarem sermos todos prosumidores: n\u00e3o apenas consumidores, mas tamb\u00e9m produtores de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o. Tal perspectiva, se encontra respaldo no cotidiano de muit\u00edssimas pessoas, \u00e9 apenas uma promessa para um n\u00famero ainda maior de cidad\u00e3os, seja porque s\u00e3o exclu\u00eddos do acesso \u00e0 internet, seja porque t\u00eam acesso a uma internet de segunda categoria (lenta, incapaz de acompanhar as inova\u00e7\u00f5es das tecnologias digitais que permitem a utiliza\u00e7\u00e3o de determinadas dimens\u00f5es da produ\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o), seja, finalmente, porque n\u00e3o dominam e\/ou n\u00e3o t\u00eam interesse em dominar as t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o. Pesquisas como do Observat\u00f3rio Nacional de Inclus\u00e3o Digital e do IBGE mostram como a perspectiva de produ\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o, essencial para uma inclus\u00e3o sociodigital,ainda est\u00e1 longe de ocorrer no Brasil.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><em><strong>A digitaliza\u00e7\u00e3o das iniciativas de comunica\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria: apropria\u00e7\u00e3o dos <\/strong><strong>processos regulat\u00f3rio e tecnol\u00f3gico<\/strong> <\/em><em> <\/em><\/div>\n<div><em><strong>Adilson Cabral (UFF)<\/strong> <\/em><\/div>\n<div><em>A ado\u00e7\u00e3o do Sistema Brasileiro de TV Digital e o debate sobre o sistema brasileiro de r\u00e1dio digital evidenciam uma mobiliza\u00e7\u00e3o herc\u00falea por parte das iniciativas de comunica\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria, se submetendo a or\u00e7amentos limitados ou mesmo inexistentes e sem condi\u00e7\u00f5es profissionais de manuten\u00e7\u00e3o de suas atividades. A proposta dessa palestra \u00e9 apresentar perspectivas relacionadas \u00e0s demandas de apropria\u00e7\u00e3o do processo regulat\u00f3rio, que incidem na formula\u00e7\u00e3o ampla de pol\u00edticas que atendam \u00e0s necessidades socioculturais e pol\u00edtico-econ\u00f4micas desses grupos, bem como \u00e0s demandas de apropria\u00e7\u00e3o do processo tecnol\u00f3gico, que dizem respeito \u00e0s defini\u00e7\u00f5es sobre faixas de frequ\u00eancia, infraestrutura e gest\u00e3o, al\u00e9m de \u00e1reas relacionadas a conte\u00fado, como programa\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e elabora\u00e7\u00e3o de formatos e narrativas capazes de engajar a sociedade em geral nos processos de afirma\u00e7\u00e3o dessas iniciativas. <\/em><em><\/p>\n<div><em><strong> <\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><strong>Fa\u00e7o Parte! Territ\u00f3rios de afeto e investimentos desejantes da comunica\u00e7\u00e3o <\/strong><strong>sindical no cen\u00e1rio da acumula\u00e7\u00e3o via espolia\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em><\/div>\n<div><strong>Maria Luiza Cardinale Baptista (UCS)<\/strong><\/div>\n<div>O texto apresenta a reflex\u00e3o sobre a comunica\u00e7\u00e3o sindical contempor\u00e2nea, a partir da experi\u00eancia de consultoria e produ\u00e7\u00e3o do livro \u201cFa\u00e7o Parte: 30 Anos \u2013 Hist\u00f3rias e Personagens do Sindicato dos Comerci\u00e1rios de Carazinho e Regi\u00e3o\u201d, no Rio Grande do Sul. Atualiza a discuss\u00e3o sobre a comunica\u00e7\u00e3o sindical, realizada em pesquisa anterior, pela autora, junto aos metal\u00fargicos de Porto Alegre e apresentada \u00e0 ECA\/USP. O referencial te\u00f3rico \u00e9 transdisciplinar, envolvendo a Comunica\u00e7\u00e3o; a Esquizon\u00e1lise, para aspectos da subjetividade maqu\u00ednica e dispositivos de subjetiva\u00e7\u00e3o, bem como a no\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios de afeto \u2013 neste caso, associada \u00e0 Geografia contempor\u00e2nea. A proposi\u00e7\u00e3o alia-se, ainda, \u00e0 Economia Pol\u00edtica, na medida em que discute a Comunica\u00e7\u00e3o Sindical e a necessidade de um novo padr\u00e3o tecnoest\u00e9tico, no contexto do capitalismo de acumula\u00e7\u00e3o via espolia\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div><em><strong> <\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><strong>Os novos movimentos sociais e a utiliza\u00e7\u00e3o da Internet<\/strong><\/em><\/div>\n<div><em> <\/em><strong>C\u00e9sar Bola\u00f1o (UFS)<\/strong><\/div>\n<div>O trabalho prop\u00f5e uma discuss\u00e3o sobre a mudan\u00e7a estrutural do capitalismo e o impacto deste fen\u00f4meno sobre os movimentos sociais, considerando deslocamentos transcorridos a partir dos anos 2000. Compreende-se que os novosmovimentos sociais surgem no final do s\u00e9culo XX e seguem reproduzindo-se at\u00e9 o momento, tendo por caracter\u00edstica a organiza\u00e7\u00e3o da juventude atrav\u00e9s de redes sociais e da Internet em geral. Trata-se de uma inc\u00f3gnita, de algo ainda definido, pois se afasta muito do velho movimento oper\u00e1rio e da organiza\u00e7\u00e3o classista. Este estudo, ent\u00e3o, pretende analisar os caminhos desta realidade, debatendo <em>flashes\u00a0 do que est\u00e1 acontecendo, o que foge dos instrumentos cl\u00e1ssicos da pol\u00edtica, ao mesmo tempo em que o funcionamento das redes coloca desafios intelectuais para o pensamento de esquerda e a Economia Pol\u00edtica. <\/em><\/div>\n<p><\/em><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto: Rafaella Magna \/ Foto: Jackie Feitosa O IV F\u00f3rum Eptic, que aconteceu nesta sexta-feira (2), \u00e0s 9h, no XXXIV Congresso Brasileiro de Ci\u00eancias da Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 Intercom 2011, realizado na Universidade Cat\u00f3lica de Pernambuco, teve como objetivo debater a comunica\u00e7\u00e3o alternativa. 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