{"id":10848,"date":"2010-10-26T21:33:15","date_gmt":"2010-10-27T00:33:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unicap.br\/assecom1\/?p=10848"},"modified":"2010-10-26T21:33:15","modified_gmt":"2010-10-27T00:33:15","slug":"professores-de-jornalismo-apresentam-projeto-sobre-o-teatro-pernambucano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/professores-de-jornalismo-apresentam-projeto-sobre-o-teatro-pernambucano\/","title":{"rendered":"Professores de Jornalismo apresentam projeto sobre o Teatro Pernambucano"},"content":{"rendered":"<p><a rel=\"attachment wp-att-11667\" href=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/?attachment_id=11667\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-11667\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/SDC142071.jpg?resize=300%2C225&#038;ssl=1\" alt=\"\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a>No dia 7 de outubro, durante a 8\u00aa Semana de Integra\u00e7\u00e3o Universidade Cat\u00f3lica e\u00a0Sociedade, a sala 510 do bloco A foi pequena para a quantidade de pessoas que\u00a0foram assistir\u00a0\u00e0 mesa-redonda <em>Transgress\u00e3o em 3 atos<\/em> com o coordenador do curso de Jornalismo, Alexandre Figueir\u00f4a, e com os professores Cl\u00e1udio Bezerra e Stella Maris Saldanha.<\/p>\n<p><a rel=\"attachment wp-att-10892\" href=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/?attachment_id=10892\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-10892\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/SDC141461.jpg?resize=150%2C150&#038;ssl=1\" alt=\"\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<p>Presentes na palestra estavam a Pr\u00f3-Reitora Acad\u00eamica, Aline Grego; a coordenadora da Gradua\u00e7\u00e3o, Ver\u00f4nica Brayner; muitos alunos e professores, al\u00e9m do cineasta Jomard Muniz de Britto, e o ator Z\u00e9 Ramos, que participou da pe\u00e7a: \u201cOs Fuzis da Senhora Carrar\u201d \u2013 que foi o primeiro desdobramento teatral feito pelo projeto Transgress\u00e3o em 3 atos -, protagonizado pela professora Stella Maris.<!--more--><\/p>\n<p>Para dar in\u00edcio, Stella explicou o projeto, que foi aprovado em 2008 pelo Funcultura, e que consiste em uma pesquisa, tr\u00eas pe\u00e7as de teatro, um livro e um document\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u201cPara a gente, \u00e9 uma alegria\u00a0estar falando da nossa pesquisa, que \u00e9 o ponta p\u00e9 inicial do nosso projeto\u201d, ressalta a professora.<\/p>\n<p><a rel=\"attachment wp-att-11675\" href=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/?attachment_id=11675\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-11675\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/SDC14140-.jpg?resize=150%2C71&#038;ssl=1\" alt=\"\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a>A proposta da pesquisa \u00e9 resgatar e contextualizar o Teatro Popular do Nordeste (TPN), o Teatro Hermilo Borba Filho (THBF) e o Vivencial Diversiones, tr\u00eas grupos do teatro pernambucanos, que segundo os professores, fugiram dos modelos cl\u00e1ssicos vigentes \u00e0 \u00e9poca e deixaram uma grande contribui\u00e7\u00e3o art\u00edstica.<\/p>\n<p>\u201cPercebemos que essas tr\u00eas experi\u00eancias poderiam ser interligadas pelo vi\u00e9s da transgress\u00e3o. Cada um dos grupos a seu tempo e \u00e0 sua maneira tinha um hist\u00f3rico de transgress\u00e3o, fosse ele ideol\u00f3gico, est\u00e9tico ou de costumes\u201d, conta Stella.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a conclus\u00e3o da pesquisa, os professores observaram que n\u00e3o era suficiente se deter ao papel, ent\u00e3o surgiu \u00e0 ideia de trazer a est\u00e9tica defendida por esses grupos para o palco.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s escolhemos uma pe\u00e7a que tenha sido representativa na hist\u00f3ria de cada um desses grupos e vamos mont\u00e1-las. N\u00e3o se trata de uma remontagem, mas de um di\u00e1logo, um diretor da cena contempor\u00e2nea dialogando com uma est\u00e9tica, com uma escritura c\u00eanica que foi defendida no passado por esses tr\u00eas grupos\u201d, explica.<\/p>\n<p>Cada um dos professores estudou um dos grupos de teatro: a professora Stella Maris estudou o THBF &#8211; do qual participou em sua adolesc\u00eancia -; o professor Alexandre Figueir\u00f4a estudou o Vivencial Diversiones; e Cl\u00e1udio Bezerra estudou o TPN. O professor Cl\u00e1udio foi o primeiro a fazer a apresenta\u00e7\u00e3o dos grupos teatrais, depois da introdu\u00e7\u00e3o feita por Stella Maris.<\/p>\n<p><a rel=\"attachment wp-att-10893\" href=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/?attachment_id=10893\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-10893\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/SDC14144.jpg?resize=150%2C150&#038;ssl=1\" alt=\"\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<p>Cl\u00e1udio Bezerra agradeceu a todos e disse que era uma honra e uma responsabilidade apresentar esse projeto para os presentes, e ressaltou que a realiza\u00e7\u00e3o do projeto s\u00f3 foi poss\u00edvel gra\u00e7as ao apoio do Funcultura.<\/p>\n<p>\u201cO TPN tem uma hist\u00f3ria longa, fragmentada, muito tricotada, com alguns problemas, ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil contar essa hist\u00f3ria. A pesquisa s\u00f3 terminou oficialmente\u201d, afirma o professor Cl\u00e1udio.<\/p>\n<p><a rel=\"attachment wp-att-10894\" href=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/?attachment_id=10894\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-10894\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/TPN.jpg?resize=150%2C150&#038;ssl=1\" alt=\"\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a>O Teatro Popular do Nordeste foi criado em 1960, em uma \u00e9poca que Pernambuco vivia a organiza\u00e7\u00e3o das lutas populares e a elei\u00e7\u00e3o de Miguel Arraes para prefeito do Recife (1959). A hist\u00f3ria do teatro pode ser dividida em duas partes: a do seu nascimento, onde o TPN\u00a0surge com o prop\u00f3sito de defender o teatro pernambucano; e a segunda, onde o teatro vive seu momento \u00e1ureo,\u00a0quando o grupo passa a ter sua sede pr\u00f3pria, lugar que virou ponto de encontro alternativo, uma esp\u00e9cie de resist\u00eancia cultural \u00e0 ditadura militar.<\/p>\n<p>\u201cO TPN foi um local praticamente \u00fanico na cidade, onde foi praticada uma transgress\u00e3o aos valores pol\u00edticos e culturais dominantes naquele contexto hist\u00f3rico da ditadura militar\u201d, conta o professor.<\/p>\n<p>Mas o teatro pagou caro \u201cpela ousadia da contesta\u00e7\u00e3o\u201d. Teve a sede invadida por militares, perdeu subven\u00e7\u00f5es governamentais, e seus integrantes foram amea\u00e7ados v\u00e1rias vezes pelos integrantes do Comando de Ca\u00e7a aos Comunistas (CCC).<\/p>\n<p>\u201cMas enquanto existiu, o TPN foi uma p\u00e1gina vigorosa e marcante do teatro local, formou plateias e toda uma gera\u00e7\u00e3o de novos atores e diretores, alguns deles vivos at\u00e9 hoje. O TPN \u00e9 uma parte importante do teatro pernambucano e brasileiro. Outra coisa que nos motivou a escolh\u00ea-lo \u00e9 que, apesar de sua import\u00e2ncia, quando algu\u00e9m escreve qualquer coisa sobre ele, \u00e9 apenas uma cita\u00e7\u00e3o\u201d, finaliza.<\/p>\n<p>Em seguida a professora Stella Maris retomou a palavra para falar\u00a0sobre o Teatro Hermilo Borba Filho (THBF). Assim como Cl\u00e1udio, explicou o contexto hist\u00f3rico e as transgress\u00f5es pelas quais o grupo passou, mas com a diferen\u00e7a de ter sentido tudo na pele.<\/p>\n<p><a rel=\"attachment wp-att-10895\" href=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/?attachment_id=10895\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-10895\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/SDC14165.jpg?resize=150%2C150&#038;ssl=1\" alt=\"\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u201cVou tentar n\u00e3o falar t\u00e3o apaixonadamente do THBF. L\u00e1 foi onde passei grande parte da minha adolesc\u00eancia. Costumo dizer que l\u00e1 era o respiradouro da gente, viv\u00edamos em um momento com tanta falta de perspectivas, de liberdade, que quando precis\u00e1vamos respirar era pra l\u00e1 que n\u00f3s \u00edamos\u201d, confessa Stella.<\/p>\n<p>O Teatro Hermilo Borba Filho nasceu, oficialmente, no dia 8 de maio de 1976, tendo como fundador o diretor Marcus Siqueira. Surgiu como uma extens\u00e3o do Teatro Novo do Recife, tamb\u00e9m criado por Siqueira, e cuja estreia se deu em 4 de outubro de 1968, no Anexo do Pal\u00e1cio Episcopal dos Manguinhos.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca do Teatro Novo, a cidade vivia uma\u00a0fase de ard\u00eancias pol\u00edticas, mobiliza\u00e7\u00f5es culturais e prolifera\u00e7\u00e3o das est\u00e9ticas de vanguarda. Assim como o TPN, o Teatro Novo tamb\u00e9m teve sua sede invadida pelos integrantes do Comando de Ca\u00e7a aos Comunistas (CCC).<\/p>\n<p>\u201cEram tempos de tortura, assassinatos e repress\u00e3o pol\u00edtica. Os integrantes do CCC chegaram a metralhar toda\u00a0a frente do teatro\u201d, contou a professora Stella Maris.<\/p>\n<p><a rel=\"attachment wp-att-11680\" href=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/?attachment_id=11680\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-11680\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/01.jpg?resize=150%2C150&#038;ssl=1\" alt=\"\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a>Desde a sua estreia, ainda com o Teatro Novo, at\u00e9 a data da sua extin\u00e7\u00e3o, em 1981, o THBF colocou-se como resist\u00eancia \u00e0 ditadura militar vigente \u00e0 \u00e9poca no Brasil, e isso fez do grupo importante refer\u00eancia do teatro pernambucano.<\/p>\n<p>No plano est\u00e9tico, as montagens se caracterizavam pela preval\u00eancia do menos. O diretor notabilizava-se por solu\u00e7\u00f5es c\u00eanicas que superavam a escassez de recursos.<\/p>\n<p>\u201cO teatro de Marcus Siqueira rompia com os limites de um estilo cl\u00e1ssico de teatro, considerando cl\u00e1ssico um teatro que apenas buscava se aperfei\u00e7oar dentro dos par\u00e2metros vigentes. Propunha desarruma\u00e7\u00f5es que valorizassem uma arte de ideias. Era um teatro combativo, provocador, comprometido com a causa social, mas tamb\u00e9m militante do l\u00fadico, do po\u00e9tico, do libertador, da organicidade do fen\u00f4meno c\u00eanico\u201d, destacou Stella.<\/p>\n<p>E por \u00faltimo, o coordenador do curso de Jornalismo, Alexandre Figueir\u00f4a, fez sua exposi\u00e7\u00e3o sobre o Vivencial Diversiones.<\/p>\n<p><a rel=\"attachment wp-att-11685\" href=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/?attachment_id=11685\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-11685\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/SDC14193.jpg?resize=150%2C150&#038;ssl=1\" alt=\"\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a>O grupo surgiu, em 1974, dentro da Igreja do Amparo, em Olinda, a partir do trabalho de evangeliza\u00e7\u00e3o desenvolvido pela Associa\u00e7\u00e3o dos Rapazes e Mo\u00e7as do Amparo (ARMA), ligado aos monges do Mosteiro de S\u00e3o Bento.<\/p>\n<p>\u201cNossa pesquisa tem v\u00e1rios pontos que acabam convergindo, mas meus colegas que me desculpem, mas para mim o Vivencial foi o mais transgressor de todos os grupos\u201d, relata Figueir\u00f4a.<\/p>\n<p>A primeira pe\u00e7a, <em>Vivencial I<\/em>, foi uma colagem de textos de car\u00e1ter pol\u00eamico que acabou inviabilizando o v\u00ednculo do grupo com os beneditinos. Em 1978, o Vivencial construiu sua sede no Complexo de Salgadinho, em Olinda, dentro de uma das comunidades mais pobres do Grande Recife. O espa\u00e7o se chamava Vivencial Diversiones e funcionava como uma esp\u00e9cie de caf\u00e9 concerto ecl\u00e9tico, onde eram apresentados espet\u00e1culos teatrais, musicais e recitais.<\/p>\n<p><a rel=\"attachment wp-att-11688\" href=\"https:\/\/www1.unicap.br\/assecom1\/?attachment_id=11688\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-11688\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/www1.unicap.br\/assecom1\/wp-content\/uploads\/2010\/10\/011.jpg?resize=150%2C150&#038;ssl=1\" alt=\"\" data-recalc-dims=\"1\" \/><\/a>De postura an\u00e1rquica, o Vivencial Diversiones usava a linguagem teatral para provocar o regime militar e o autoritarismo pol\u00edtico e moral imposto no pa\u00eds. Em suas pe\u00e7as, o grupo abordava de maneira ousada e irreverente as quest\u00f5es que inquietavam os seus jovens integrantes, sobretudo, as relativas \u00e0 liberdade sexual, ao uso do corpo e ao homoerotismo.<\/p>\n<p>\u201cVoc\u00ea sempre era surpreendido, o Vivencial era um teatro perform\u00e1tico, irreverente, debochado; muitas pessoas se assustavam com a provoca\u00e7\u00e3o que ele causava. Era uma verdadeira festa, tudo era teatro, tudo era poss\u00edvel. Ap\u00f3s assistir a uma apresenta\u00e7\u00e3o deles, voc\u00ea sa\u00eda mexido na sua maneira de ver o mundo\u201d,\u00a0ressaltou o professor Alexandre Figueir\u00f4a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 7 de outubro, durante a 8\u00aa Semana de Integra\u00e7\u00e3o Universidade Cat\u00f3lica e\u00a0Sociedade, a sala 510 do bloco A foi pequena para a quantidade de pessoas que\u00a0foram assistir\u00a0\u00e0 mesa-redonda Transgress\u00e3o em 3 atos com o coordenador do curso de Jornalismo, Alexandre Figueir\u00f4a, e com os professores Cl\u00e1udio Bezerra e Stella Maris Saldanha. 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